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Vila Nova x Goiás: Luizinho e Zanardi conhecem clássico e se juntam a outros 53 técnicos do século

Técnicos preparam equipes para o quarto confronto entre elas na temporada

Modificado em 17/09/2024, 15:58

Luizinho Lopes e Márcio Zanardi, técnicos de Vila Nova e Goiás, respectivamente

Luizinho Lopes e Márcio Zanardi, técnicos de Vila Nova e Goiás, respectivamente
 (Wesley Costa e Fábio Lima)

Os técnicos Luizinhos Lopes, do Vila Nova, e Márcio Zanardi, do Goiás, vão entrar neste domingo (23), pela 12ª rodada da Série B, para a lista de treinadores que ao longo da carreira tiveram a oportunidade de comandar colorados e esmeraldinos em um clássico entre os rivais goianos.

No atual século, Vila Nova e Goiás se enfrentaram em 83 oportunidades. No período de 24 anos, o técnico Luizinho Lopes será o 34º treinador do Tigre que registrará a disputa do clássico goiano em seu currículo. Do lado esmeraldino, Márcio Zanardi será o 24º técnico que comandará o clube alviverde diante do rival colorado.

Um treinador não comanda o Vila Nova contra o Goiás pela primeira vez no clássico desde o técnico Wagner Lopes, que, em 2021, fez sua estreia no confronto com vitória sobre o rival esmeraldino por 2 a 1, no OBA, em jogo válido pelo Campeonato Goiano.

Já o técnico Zé Ricardo, que comandou o Goiás nos três primeiros meses deste ano, foi o último treinador pelo clube esmeraldino que registrou neste século o clássico contra o Vila Nova em seu currículo. O duelo, pelo Goianão, terminou empatado sem gols.

Ao longo dos últimos 24 anos, apenas três treinadores estiveram presentes no clássico entre Vila Nova e Goiás dos dois lados da rivalidade.

Hélio dos Anjos comandou 19 clássicos desde 2000, sendo dois pelo Vila Nova e 17 à frente do Goiás. Gilson Kleina esteve à frente de dois clássicos como treinador do Tigre e de um no comando do clube alviverde. Já Claudinei Oliveira é o inverso: duas partidas como comandante do Goiás e uma pelo time colorado.

Não será o primeiro clássico neste século em que os dois treinadores comandam seus primeiros clássicos contra o principal rival no mesmo jogo. Desde 2000, foram 12 partidas entre Vila Nova e Goiás com os dois técnicos participando pela primeira vez do histórico confronto.

Em 2001, Arturzinho (Vila) e Vica (Goiás); em 2004, Evair (Vila) e Ivo Wortmann (Goiás); em 2005, Edson Gaúcho (Vila) e Péricles Chamusca (Goiás); em 2006, Roberto Fernandes (Vila) e Geninho (Goiás); em 2008, Renê Weber (Vila) e Caio Júnior (Goiás); em 2010, Zé Roberto (Vila) e Jorginho (Goiás).

Em 2011, Roberto Cavalo (Vila) e Enderson Moreira (Goiás); em 2014, Heriberto Cunha (Vila) e Claudinei Oliveira (Goiás); em 2016, Guilherme Alves (Vila) e Léo Condé (Goiás); em 2017, Mazola Júnior (Vila) e Sílvio Criciúma (Goiás); em 2019, Umberto Louzer (Vila) e Maurício Barbieri (Goiás); e em 2021, Higo Magalhães (Vila) e Augusto César (Goiás).

No domingo, Luizinho Lopes e Márcio Zanardi vão escrever seus respectivos nomes na história do clássico entre Vila Nova e Goiás. Os treinadores estão em estágios distintos à frente de seus clubes, apesar de ambos terem a semelhança de estarem há pouco tempo em suas respectivas equipes.

Mandante da partida, Luizinho Lopes completa um mês desde que foi anunciado pelo Vila Nova no próximo domingo. O treinador de 42 anos teve período marcado por sequência de cinco jogos, com duas vitórias, dois empates e uma derrota.

Luizinho Lopes assumiu o Vila Nova após a demissão de Márcio Fernandes. O atual treinador colorado chegou ao clube logo após o Tigre perder o jogo de ida da final da Copa Verde por 6 a 0 e teve a missão de resgatar a confiança do elenco, que foi derrotado por 10 a 0, no placar agregado, para o Paysandu, no Regional.

Desde sua chegada, Luizinho Lopes ainda não contou com elenco completo à disposição. Ele ainda tenta melhorar o desempenho defensivo do clube. Nos cinco jogos à frente do Tigre, apenas em um, na vitória de 1 a 0 sobre o Mirassol na quinta-feira (20), a equipe colorada não foi vazada.

No final de junho, Márcio Zanardi completará três meses no comando do Goiás. O treinador já tem situações mais avançadas em relação ao seu companheiro de trabalho. O time esmeraldino tem modelo tático definido e uma base titular.

Nos momentos na Série B, porém, os clubes chegam para o clássico com embalos diferentes. O Vila Nova quer a segunda vitória seguida no campeonato para entrar no G4 (depende de outros resultados), ultrapassar o rival na tabela e ampliar a sequência sem vitória do time esmeraldino.

O Goiás tenta justamente voltar a vencer após três jogos e retomar a posição dentro da faixa do acesso.

Técnicos que comandaram os rivais no jogo Vila Nova x Goiás no século XXI e a quantidade de clássicos em que estiveram

VILA NOVA: 33 técnicos no clássico

Antônio Carlos Zago (1), Ariel Mamede (1), Artuzinho (6), Bolívar (1), Cavalinho (3), Claudinei Oliveira (1), Darío Pereyra (2), Edmar Vasconcelos (2), Edson Gaúcho (5), Evair (2), Gilson Kleina (2), Guilherme Alves (2), Hélio dos Anjos (2), Hemerson Maria (6), Heriberto da Cunha (2), Higo Magalhães (4), Ivair Cenci (1), Márcio Dias (1), Márcio Fernandes (3), Mazola Júnior (3), Paulinho (2), Renê Weber (2), Roberto Cavalo (2), Roberto Fernandes (3), Robson Alves (1), Rogério Mancini (3), Sérgio Cosme (4), Sérgio Ramirez (3), Umberto Louzer (1), Valmir Louruz (5), Wagner Lopes (1) e Wanderley Paiva (5) e Zé Roberto (1)

GOIÁS: 23 técnicos no clássico

Artur Neto (4), Augusto César (2), Caio Júnior (2), Claudinei Oliveira (2), Edinho (4), Enderson Moreira (11), Geninho (8), Gilson Kleina (1), Guilherme dos Anjos (1), Guto Ferreira (1), Hélio dos Anjos (17), Ivo Wortmann (2), Jorginho (2), Léo Condé (1), Marcelo Cabo (1), Márcio Goiano (1), Maurício Barbieri (2), Ney Franco (3), Péricles Chamusca (4), Pintado (1), Sílvio Criciúma (4), Vica (6) e Zé Ricardo (3)

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Quase 40 mil no Serra: final entre Vila Nova e Anápolis registra maior público do Goianão

Estádio recebeu 38.412 pessoas, sendo 36.579 pagantes, neste domingo (30)

Parte da torcida do Vila Nova no Serra Dourada na final do Goianão contra o Anápolis

Parte da torcida do Vila Nova no Serra Dourada na final do Goianão contra o Anápolis (Diomício Gomes / O Popular)

O jogo de volta da final do Campeonato Goiano entre Vila Nova e Anápolis registrou o maior público do Goianão em 2025. A partida marcou o título do Tigre depois de 20 anos sem conquista estadual. Neste domingo (30), o estádio Serra Dourada recebeu 38.412 presentes, capacidade total do local, sendo 36.579 pagantes. É o primeiro público acima de 30 mil torcedores na atual temporada do futebol goiano.

**O Vila Nova venceu o Anápolis por goleada de 3 a 0 e virou a decisão depois de perder a ida por 2 a 0. **

No Goianão, o maior registro anterior tinha sido no clássico entre Vila Nova e Goiás, no dia 2 de fevereiro, pela 6ª rodada da fase de classificação. Ao todo, 28.213 presentes, sendo 26.314 pagantes acompanharam a vitória colorada por 1 a 0.

Essa é apenas a quarta vez que o Serra Dourada recebe público acima de 30 mil presentes desde que o estádio foi reaberto em 2022.

As outras ocasiões foram em Atlético-GO 1x2 Flamengo, pela Série A de 2024 (35.195 total e 31.627); Goiás 0x2 Estudiantes, pela Sul-Americana de 2023 (34.387 total e 27.940 pagantes); e Atlético-GO 1x3 São Paulo, pela Sul-Americana de 2022 (33.047 total e 29.512 pagantes).

Além disso, o Vila Nova voltou a jogar no Serra Dourada com todos ingressos vendidos pela primeira vez desde 2015. A última vez que o Tigre jogou com lotação máxima no principal palco do futebol goiano foi na final da Série C, contra o Londrina. Na ocasião, 40.914 pessoas estiveram presentes, com 39 mil pagantes.

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Confira os cinco maiores públicos do Goianão 2025:

Vila Nova x Anápolis (Final - volta)
Local: Serra Dourada
Público total: 38.412
Público pagante: 36.579
Renda: R$ 581.305,00

Vila Nova x Goiás (6ª rodada)
Local: Serra Dourada
Público total: 28.213
Público pagante: 26.314
Renda: R$ 615.090,00 (bruta) e R$ 421.982,75 (líquida)

Vila Nova 0x0 Goiás (semifinal - volta)
Local: Serra Dourada
Público total: 26.261
Público pagante: 25.105
Renda: R$ 644.420,00 (bruta) e R$ 392.439,53 (líquida)

Goiás 0x1 Vila Nova (semifinal - ida)
Local: Serrinha
Público total: 11.968
Público pagante: 11.669
Renda: R$ 235.310,00 (bruta) e R$ 172.012,13 (líquida)

Goiás 1x2 Atlético--GO (8ª rodada)
Local: Serrinha
Público total: 11.474
Público pagante: 11.160
Renda: R$ 192.560,00 (bruta) e R$ 145.848,52 (líquida)

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Vila Nova é campeão do Goianão e encerra jejum de 20 anos

Tigre reverte desvantagem e vence o Anápolis por 3 a 0 diante de quase 40 mil torcedores no Serra Dourada

Tiago Pagnussat comemora gol que abriu o placar para o Vila Nova

Tiago Pagnussat comemora gol que abriu o placar para o Vila Nova (Wesley Costa / O Popular)

Depois de 20 anos, o Vila Nova volta a ser campeão do Campeonato Goiano. Na tarde deste domingo (30), no Serra Dourada lotado com quase 40 mil torcedores, o Tigre venceu o Anápolis por 3 a 0 e reverteu a desvantagem no agregado - tinha perdido o jogo de ida por 2 a 0. Os gols foram marcados por Tiago Pagnussat, Igor Henrique e Renan Cocão (contra).

Esse é o 16º título do Vila Nova na história do Goianão. A conquista mais recente havia sido em 2005, nos pênaltis, contra o Goiás, também no Serra Dourada.

Depois desse período, o Vila Nova disputou outras três finais estaduais e foi vice-campeão em todas elas. Perdeu para o Goiás em 2017, para o Grêmio Anápolis em 2021 e para o Atlético-GO em 2024.

Em 2025, o Vila Nova chegou à decisão com o posto de melhor campanha geral e dono da melhor defesa, com cinco gols sofridos. No jogo de ida da decisão, no Jonas Duarte, o Tigre perdeu por 2 a 0 após jogar quase toda a partida com um atleta a mais. Naquela ocasião, o Anápolis fez os dois gols nos acréscimos do 2º tempo, e aproveitou falha de Halls.

O goleiro conseguiu a redenção no Serra Dourada. Quando o jogo estava 2 a 0 a favor do Vila Nova, Halls fez grande defesa após finalização de Fábio. Pouco depois, o Vila Nova fez o gol que decretou o título.

O jogo

A partida começou quente antes mesmo da bola rolar, com direito a confusão entre os jogadores durante o aquecimento. Também antes do apito inicial, o atacante Igor Cássio, artilheiro do Goianão com seis gols marcados, sentiu lesão e desfalcou o Anápolis de última hora; João Celeri foi o substituto.

Precisando de pelo menos dois gols para ter a chance de ser campeão, após perder por 2 a 0 no Jonas Duarte, pelo jogo de ida, há uma semana, o Vila Nova iniciou o jogo investindo bastante nas jogadas aéreas, uma marca registrada da equipe.

O primeiro chute a gol, no entanto, aconteceu no lado do Anápolis, em finalização do atacante Kadu aos 18 minutos - o goleiro Halls segurou firme.

Taticamente, o Anápolis segurava o Vila Nova com eficiência. A equipe visitante não deixava os donos da casa trabalharem o jogo a partir da troca de passes e construía boas chegadas nas transições ofensivas. Aos 34, Elias buscou o lançamento longo para o outro lado e Diego Torres bateu bonito de primeira, mas mandou muito acima da meta.

Na marca dos 39 minutos, surgiu a melhor chance do Anápolis no 1º tempo. Dentro da área, Ariel ganhou de Bernardo Schappo, girou e bateu cruzado. A bola saiu pela linha de fundo e passou bem perto do gol. Cinco minutos depois, Jean Mota respondeu em arremate de fora da área, que passou à direita.

Nos acréscimos, o Tigre chegou perto de abrir o placar. Aos 46, Igor Henrique cabeceou após cobrança de escanteio e a bola tirou tinta da trave. Aos 49, Diego Torres recebeu cruzamento e cabeceou para excelente defesa de Paulo Henrique, que ainda evitou o rebote de Bruno Mendes na sequência.

2º tempo

A etapa final começou a todo vapor. Logo aos 2 minutos, Júnior Todinho cabeceou e a bola passou pouco acima do travessão. O Anápolis não deixou barato. Pouco depois, João Celeri soltou a bomba e assustou a torcida colorada.

Eis que o Vila Nova abriu a contagem. Aos 16 minutos, Jean Mota fez o cruzamento na área, Gabriel Poveda escorou de cabeça e o capitão Tiago Pagnussat mandou de calcanhar para superar o goleiro Paulo Henrique.

Nas arquibancadas, a torcida alvirrubra cantou mais alto. Dali para frente, o Vila Nova foi com tudo para cima do Anápolis e não demorou para marcar o segundo.

Aos 28, Gabriel Silva fez o cruzamento para a área. Igor Henrique dominou, deu um corte na marcação e chutou forte. A bola ainda desviou no defensor antes de morrer no fundo das redes.

O jogo voltou a ficar quente e bastante aberto. Aos 39 minutos, Fábio teve a chance de estragar a festa colorada, mas Halls fez grande defesa para manter o Vila Nova vivo. Aos 42, Dodô encheu o pé e Paulo Henrique salvou o Anápolis.

Foi emoção até o fim. Aos 43, Igor Inocêncio experimentou de longe e levou certo perigo. Aos 50, o Vila Nova construiu a jogada pelo lado direito, Elias jogou a bola na área e ela desviou em Renan Cocão, que lamentou o gol contra que decretou o título colorado.

FICHA TÉCNICA

Volta da final do Goianão

Jogo: Vila Nova 3x0 Anápolis
Data: 30/03/25 (domingo)
Horário: 17 horas
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio
Assistentes: Bruno Pires e Jonny Kamenach
VAR: Caio Max

Vila Nova: Halls; Elias, Bernardo Schappo, Tiago Pagnussat e Willian Formiga (Igor Inocêncio); João Vieira (Arilson), Jean Mota (Dodô), Igor Henrique e Diego Torres (Gabriel Silva); Júnior Todinho e Bruno Mendes (Gabriel Poveda). Técnico: Rafael Lacerda.

Anápolis: Paulo Henrique; Fábio, André, Lucão, Victor Oliveira e Caxambu; João Afonso, Samuel Michels (Pedro Thomaz) e Ariel (Locatelli); Kadu (Cardoso [Renan]) e João Celeri (Marcão). Técnico: Ângelo Luiz.

Gols: Tiago Pagnussat, aos 16' do 2ºT (Vila Nova); Igor Henrique, aos 28' do 2ºT (Vila Nova); Renan Cocão [contra], aos 50' do 2ºT (Vila Nova)

Cartões amarelos: Bernardo Schappo, Júnior Todinho (Vila Nova); Ariel, Samuel Michels, Igor Cássio, Paulo Henrique, Locatelli, João Afonso (Anápolis)
Cartão vermelho: Diego Torres, Rafael Lacerda [técnico] (Vila Nova)

Público total: 38.412 torcedores, 36.579 pagantes
Renda: R$ 581.305,00

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Vila Nova x Anápolis: onde assistir ao vivo, horário e escalações

Após vitória do time do interior por 2 a 0 no jogo de ida, título do Campeonato Goiano será decidido no Serra Dourada

Modificado em 29/03/2025, 11:56

Gabriel Poveda, do Vila Nova, divide com o goleiro Paulinho, do Anápolis

Gabriel Poveda, do Vila Nova, divide com o goleiro Paulinho, do Anápolis (Fábio Lima / O Popular)

Chegou o grande momento para Vila Nova e Anápolis. Depois de décadas sem vencer o Campeonato Goiano, um dos clubes encerrará o jejum neste domingo (30), às 17 horas, no Serra Dourada. O Galo da Comarca tem a vantagem porque venceu o jogo de ida por 2 a 0, e o Tigre precisará dar a volta por cima para se sagrar campeão.

(Confira, no fim do texto, onde assistir, escalações prováveis e preços dos ingressos)

O Vila Nova chegou à final com a melhor campanha geral do Goianão e a melhor defesa da competição, com apenas cinco gols sofridos. Já o Anápolis alcançou a decisão com a segunda melhor campanha e o melhor ataque, com 23 gols marcados.

Na partida de ida da grande decisão, no Jonas Duarte, o talento ofensivo do Galo da Comarca levou a melhor sobre a solidez defensiva do Tigre. Mesmo jogando com um atleta a menos desde a metade do 1º tempo, o Anápolis segurou o Vila Nova e marcou duas vezes nos acréscimos do 2º tempo para construir uma vantagem enorme para a volta.

Para ser campeão, o Anápolis pode até perder por um gol de diferença. Caso o Vila Nova vença por dois gols de diferença, o jogo será decidido nos pênaltis. Qualquer vitória colorada por três gols ou mais de diferença dará o título para a equipe da capital.

O Anápolis não é campeão desde 1965 e o Vila Nova, desde 2005.

Para o confronto derradeiro, o Vila Nova não deve mexer muito no esquema titular, em comparação com o jogo de ida. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (28), o técnico Rafael Lacerda afirmou que a escalação tende a ser praticamente a mesma, a não ser que surja algum imprevisto.

Ainda assim, existe a chance de que o Vila Nova entre em campo com uma postura mais ofensiva nos 11 iniciais. A principal possibilidade é a entrada de Jean Mota no lugar de Arilson, abrindo mão do poder de marcação em prol da criatividade.

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Os desfalques colorados são o goleiro Kozlinski, o zagueiro Marcondes, o lateral esquerdo Eric Davis e o atacante Emerson Urso, lesionados. O volante Paulinho, por força de contrato, também não pode atuar.

No Anápolis, o lateral direito Rubinho, que também atua na ponta direita, é desfalque natural depois de ter sido expulso no Jonas Duarte. O técnico Ângelo Luiz não revelou qual será o substituto, mas é provável que seja o atacante Cardoso ou João Celeri. Além de Rubinho, o atacante Matheus Lagoa está lesionado e não será opção.

Em compensação, o volante e capitão João Afonso, que estava suspenso, volta a ser alternativa na esquadra do Galo da Comarca.

FICHA TÉCNICA

Volta da final do Goianão

Jogo: Vila Nova x Anápolis
Data: 30/03/25 (domingo)
Horário: 17 horas
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Onde assistir: TV Brasil Central

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio
Assistentes: Bruno Pires e Jonny Kamenach
VAR: Caio Max

Vila Nova: Halls; Elias, Bernardo Schappo, Tiago Pagnussat e Willian Formiga; João Vieira, Arilson (Jean Mota), Igor Henrique e Diego Torres; Gabriel Poveda e Júnior Todinho. Técnico: Rafael Lacerda.

Anápolis: Paulo Henrique; Fábio, Lucão, Victor Oliveira e Caxambu; João Afonso, Samuel Michels e Ariel; Cardoso (João Celeri), Igor Cássio e Kadu. Técnico: Ângelo Luiz.

Ingressos: 80 reais (visitantes e cadeiras) e 20 reais (arquibancadas); meia-entrada para torcedores com a camisa do Vila Nova ou do Anápolis

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Goiás empresta Edson Carioca para o Mirassol

Jogador de 27 anos ficará no clube paulista por um ano, com vínculo até o final do Paulistão de 2026

Modificado em 21/03/2025, 13:15

Edson Carioca tem vínculo de três anos com o Goiás

Edson Carioca tem vínculo de três anos com o Goiás (Rosiron Rodrigues / Goiás)

O Goiás oficializou na manhã desta sexta-feira (21) o empréstimo do atacante Edson Carioca. O jogador de 27 anos, que tem contrato de três anos com o clube esmeraldino, será cedido por um ano para o Mirassol. Ele ficará no time paulista até o final do Paulistão de 2026.

Edson Carioca foi um dos 15 jogadores contratados pelo Goiás neste ano. Ele foi o único que acertou com vínculo de três temporadas (até o fim de 2027). Em campo, o atleta não desempenhou bom futebol. Foram 13 jogos (seis como titular), dois gols marcados na Copa Verde e duas expulsões.

No Mirassol, Edson Carioca vai disputar a Série A neste ano, além do Paulistão e primeiras fases da Copa do Brasil em 2026.

Edson Carioca é o primeiro jogador que deixa o Goiás. A diretoria esmeraldina vai fazer uma reformulação no elenco e deve liberar pelo menos seis atletas. A lista ainda conta com o lateral esquerdo DG, o meia Vitinho e os atacantes Zé Hugo, Breno Herculano (único que deve ser vendido), Arthur Caíke e Facundo Barceló.

O Goiás também deseja encontrar um novo destino para o meia Régis, mas a atual lesão (entorse no tornozelo) do jogador pode mudar o cenário desta situação.