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Caldas Novas confirma primeiro caso de varíola dos macacos

Reprodução / CDC
Virus Monkeypox ampliado

O primeiro caso de varíola dos macacos em Caldas Novas, a 169 quilômetros de distância de Goiânia, foi confirmado no informe epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (SES) de terça-feira (30). 

De acordo com a prefeitura do município, o paciente recebeu o diagnóstico pelo Laboratório de Saúde Pública Dr. Giovanni Cysneuris (Lacen), após ter tido contato com outro caso positivado de Anicuns.

Apesar de a cidade ser turística, nenhuma nova medida sanitária foi adotada após a confirmação. A assessoria destacou que não há motivo para alarde, já que se trata de um caso isolado.

Por meio de nota, nesta quarta (31), a Prefeitura de Caldas Novas informou que o paciente não precisou de internação e que apresenta um bom quadro geral. Também que nenhum de seus contatos apresentaram sintomas. Ele está isolado em casa, onde é monitorado pela Secretaria de Saúde.

Até o último informe, Goiás tinha 222 casos confirmados de varíola dos macacos em 17 dos 246 municípios goianos. Apenas dois deles foram constatados em crianças.

Ao todo, 4 mulheres tiveram confirmação da infecção pelo vírus Monkeypox, enquanto os demais 218 pacientes são do sexo masculino.

Até o momento, o Estado não registrou mortes pela doença.

Confira a nota da Prefeitura de Caldas Novas na íntegra:

"Em resposta aos questionamentos do jornal O Popular, a Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Vigilância Epidemiológica comunica que: 

O caso foi descoberto por livre demanda, na qual o paciente procurou uma unidade de saúde do município. É que, todos os profissionais da assistência da rede pública e privada estão capacitados a identificar e conduzir os casos suspeitos e confirmados.

Afirma ainda que, as equipes da Secretaria Municipal de Saúde estão elaborando um plano de enfrentamento municipal da Monkeypox e que tem, por orientação, a não divulgação de informações sobre os pacientes. 

Reafirma também, que tem seguido todos os protocolos recomendados pela OMS, Ministério da Saúde e Secretaria de Estado de Saúde (SES). 

Respeitosamente, nos colocamos à disposição para quaisquer outros esclarecimentos."

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