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Kim Kardashian manifesta apoio a condenado por assassinato de criança e revolta a mãe da vítima

Reprodução

Kim Kardashian está empenhada na redução da pena de Kevin Cooper, preso na penitenciária de San Quentin, na Califórnia, por assassinar quatro vizinhos com golpes de machado, em 1983.

O homem está no corredor da morte e a empresária está disposta a provar que ele é inocente, o que enfurece Mary Ann Hughes, mãe da vítima Christopher, de 11 anos. "Eu fico mal do estômago e sinto dó dela. Não há nada que justifique a imensa dor que ela está nos causando", disse a mulher, em entrevista ao TMZ.

De acordo com o documento oficial da Justiça, o garoto estava dormindo na casa de um vizinho, na Califórnia, quando foi assassinado. O filho mais novo, que tinha oito anos na época, sobreviveu ao ataque.

Mesmo diante das provas, Kim Kardashian visitou o criminoso na última quinta-feira, 30, e publicou no Twitter uma foto abraçada com ele. "Eu tive um encontro emocionante com Kevin Cooper. Ele é honesto e atencioso e acredito em sua inocência", escreveu.

Além dos quatro assassinatos, Mary Ann alegou ao TMZ que uma mulher foi estuprada por Cooper em 1982, na Pensilvânia. "Ela se coloca como defensora dos direitos das mulheres, mas está apoiando um estuprador e assassino", criticou. Mary disse ainda que Kim não a procurou para conversar, o que a revolta ainda mais. "Ela não se aproximou de nós e não quero falar com ela. Minha opinião sobre ela é baixa por conta do que ela está fazendo comigo e com a minha família", afirmou. Apesar de o caso de Cooper ser de alta periculosidade, Kim Kardashian atua ao lado de advogados na redução da pena de detentos que cometeram crimes não-violentos nos Estados Unidos. A ideia é contribuir para a reforma prisional que está ocorrendo no país. Em junho de 2018, por exemplo, ela se reuniu com o presidente Trump e conseguiu a soltura de Alice Marie Johnson, de 63 anos, que foi condenada a prisão perpétua após acusações ligadas ao tráfico de cocaína. Kim Kardashian cursa Direito e pretende prestar o exame da Ordem dos Advogados dos Estados Unidos em 2022 para, enfim, exercer a profissão. A socialite auxiliou na liberação de 17 presos nos últimos meses.

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