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Goiás publica nomeação de professores, assistentes e analistas da UEG

São 94 servidores entre professores e cargos técnico-administrativos para atuar em 19 cidades do Estado

Modificado em 20/09/2024, 03:49

Goiás publica nomeação de professores, assistentes e analistas da UEG

(UEG)

O Governo de Goiás publicou no Diário Oficial do Estado a nomeação de professores e servidores aprovados em concurso público da Universidade Estadual de Goiás (UEG). Ao todo são 94 nomeados que vão ocupar cargos técnico-administrativos. A divulgação aconteceu nas edições da terça-feira (30/08) e de quarta-feira (31/08).

As nomeações são para compor o quadro permanente de servidores da UEG e vão atuar em 19 câmpus e unidades universitárias, além da Reitoria. São elas: Anápolis, Caldas Novas, Goianésia, Inhumas, Iporá, Jussara, Luziânia, Mineiros, Pirenópolis, Santa Helena, Trindade, Silvânia e Quirinópolis.

Os servidores técnico-administrativos assumirão os cargos de caráter efetivo de Analista de Gestão Governamental (4) e de Assistente de Gestão Administrativa (27). Já as cidades de Morrinhos, Pires doi Rio, Iporá, Uruaçu e Palmeiras de Goiás, vão receber outros 19 professores do curso de Direito e 31 servidores técnico-administrativo do cadastro reserva do concurso realizado em 2014.

Está marcado para a próxima segunda-feira (05), na sede da Reitoria, localizada em Anápolis, um evento para integração dos novos concursados. São 44 nomeados para exercer docência nas áreas de Saúde e Biológicas, ministrando aulas para Medicina, Enfermagem, Educação Física, Ciências Biológicas, Farmácia e Química, nas unidades de Ceres, Itumbiara, Iporá e Porangatu.

Posse

A partir da nomeação, os professores e servidores técnicos têm o prazo de 30 dias para tomar posse nos postos do Vapt Vupt, nas unidades Araguaia Shopping, Buriti Shopping ou na Praça Cívica, todas em Goiânia. Após conferência da documentação e validação profissional, feita pela UFG a posse poderá ser realizada. A partir daí os servidores têm 15 dias para entrar em exercício.

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Prefeitura de Rubiataba abre processo seletivo com 37 vagas e salário de até R$ 4 mil

Vagas são destinadas para candidatos com nível superior e médio. A carga horária varia de 20 a 40 horas semanais

Candidato realizando uma prova de concurso

Candidato realizando uma prova de concurso (Reprodução/Internet)

A prefeitura de Rubiataba, no centro goiano, está com inscrições abertas para processo seletivo que oferece 37 vagas, sendo elas para cargos de assistente social, psicólogo, orientador social, auxiliar administrativo e facilitador de oficinas. Os salários variam de R$ 1.518 a R$ 4.085,56, a depender da função, com carga horária variando de 20 a 40 horas semanais.

O processo seletivo será composto por etapa única de análise de currículo e títulos. Para pessoa com deficiência fica assegurado um quantitativo de 5% das vagas previstas, desde que a deficiência seja compatível com o desempenho das atribuições dos cargos.

As vagas oferecidas são para candidatos com níveis médio e superior. Serão quatro vagas para assistente social, quatro vagas para psicólogo, 15 vagas para orientador social, quatro vagas para auxiliar administrativo e 10 vagas para facilitador de oficinas.

Inscrições

As inscrições são gratuitas e vão até o dia 2 de abril. Elas devem ser feitas presencialmente na Secretaria Municipal de Promoção e Assistência Social da cidade, no período das 8h às 11h e das 13h30 às 17h.

Deverá ser entregue em um envelope lacrado toda a documentação exigida no edital , com a ficha de inscrição também disposta no edital , devidamente preenchida e fixada na parte externa do envelope.

Cronograma

  • Até 2/4/2025 - Período de inscrições e entrega de documentação
  • 8/4/2025 - Resultado final das inscrições aprovadas e reprovadas
  • 9/4/2025 a 15/4/2025 - Avaliação dos currículos e títulos
  • 25/4/2025 - Resultado final da avaliação dos currículos e títulos
  • 7/5/2025 - Resultado final do processo seletivo e homologação
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    Concurso no Tocantins oferta vagas para analistas e técnicos judiciários com salários de até R$ 14,8 mil

    Edital foi aberto pelo tribunal Regional Eleitoral do Tocantins. Há oportunidades para diversas carreiras com vagas imediatas e cadastro de reserva

    Modificado em 20/03/2025, 16:27

    Sede do TRE em Palmas

    Sede do TRE em Palmas (TRE/Divulgação)

    O Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins abriu inscrições para o concurso que vai selecionar analistas e técnicos judiciários em diversas especialidades de nível superior. O salário inicial varia entre R$ 9 mil e R$ 14,8 mil. Interessados podem se inscrever a partir desta quarta-feira (19).

    O prazo de inscrição termina no dia 16 de abril. A taxa para analista é de R$ 110 e de R$ 85 para técnico. Pedidos de isenção podem ser feitos até a próxima sexta-feira (21). Haverá aplicação de provas em Araguaína, Araguatins, Dianópolis, Gurupi e Palmas.

    Veja o edital completo aqui.

    Para se inscrever é necessário que o candidato preencha o formulário disponível no site do Instituto AOCP com seus dados pessoais, selecione o cargo desejado e escolha a cidade para a aplicação das provas.

    As provas objetivas e discursivas serão aplicadas no dia 22 de junho. Conforme o edital, são ofertadas duas vagas imediatas para Analista Judiciário - Área Judiciária e Cadastro de Reserva (CR) para os demais cargos.

  • Analista Judiciário -- Área Judiciária: 2 vagas imediatas + CR
  • Analista Judiciário -- Área Administrativa -- Contabilidade: CR
  • Analista Judiciário -- Apoio Especializado -- Tecnologia da Informação: CR
  • Técnico Judiciário -- Área Administrativa: CR
  • Técnico Judiciário -- Área Administrativa -- Especialidade: Agente da Polícia Judicial: CR
  • Técnico Judiciário -- Apoio Especializado -- Programação de Sistemas: CR
  • Os cargos oferecem jornada de trabalho de 40 horas semanais. Além dos salários, todos os cargos têm direito a benefícios como auxílio-alimentação de R$ 1.460,40, assistência pré-escolar de R$ 1.235,77 e auxílio-natalidade de R$ 718,58, entre outras gratificações.

  • Os candidatos serão avaliados em três etapas, conforme o cargo escolhido:
  • Prova objetiva (eliminatória e classificatória);
  • Prova discursiva (eliminatória e classificatória);
  • Teste de aptidão física (eliminatório), exclusivo para o cargo de Técnico Judiciário -- Área Administrativa -- Agente da Polícia Judicial.
  • O prazo de validade do concurso será de dois anos, podendo ser prorrogado por mais dois.

    Geral

    Em seis anos, UEG perdeu 48 cursos e 5 câmpus

    Projeto de reestruturação iniciado em 2019 previa extinção de 57 graduações e 15 câmpus, mas ações ainda não foram finalizadas. Instituição estadual já saiu de 5 cidades goianas

    Modificado em 08/03/2025, 16:40

    Câmpus metropolitano da UEG no Parque Laranjeiras, em Goiânia, é uma das 11 unidades que estão em obras

    Câmpus metropolitano da UEG no Parque Laranjeiras, em Goiânia, é uma das 11 unidades que estão em obras (Wildes Barbosa / O Popular)

    Desde que foi apresentado o relatório final da Comissão de Redesenho, em 2019, na Universidade Estadual de Goiás (UEG), a instituição já descontinuou 48 ofertas de cursos de graduação e 5 câmpus. No documento, que foi rejeitado pelo Conselho Superior Universitário (CsU), a previsão era que fossem extintas 57 ofertas de cursos e 15 câmpus, mas a decisão do grupo na época foi de tomar como base o relatório para uma reavaliação. Ficou decidido que 30 dos 57 cursos apontados seriam reavaliados. Na época, o documento foi rejeitado sob o argumento de que ele foi realizado apenas por gestores da UEG, sem a participação da comunidade acadêmica.

    Outras 39 ofertas de cursos não receberam qualquer ingressante neste ano e ainda podem ser descontinuadas nos próximos anos, com a exceção da graduação em Medicina, no câmpus de Itumbiara, que possui um vestibular à parte e que ainda não teve o resultado revelado. Vale explicar que a descontinuidade é descrita pela instituição como de "oferta" e não de "curso", já que um mesmo curso (como de Pedagogia, História, Administração, etc.) pode ser ofertado em mais de um câmpus e a exclusão se dá em um local específico e não de toda a universidade. Há ainda 6 ofertas que possuem menos de 10 ingressantes neste ano, o que pode ocorrer devido à migração entre os câmpus, em relação a cursos que estão sendo descontinuados.

    A UEG tem adotado como política o não retorno dos cursos que apresentam nota baixa nas avaliações como o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e Conceito Preliminar de Curso (CPC), que, anteriormente, ficavam suspensos de ofertar vagas nos vestibulares até uma melhoria. Agora, na maioria dos casos, ocorre a descontinuidade. A decisão do governo Caiado de colocar em prática a redução da universidade atende a estudos internos da instituição que se iniciaram em 2008, com a conclusão de que a UEG não suportava mais o seu tamanho, o que teria feito a perda de qualidade da instituição em determinados câmpus ou cursos devido à incapacidade de fazer a gestão dos mesmos.

    Para se ter uma ideia, em 2019, a UEG tinha 45 câmpus em 43 cidades diferentes do Estado. Apenas Goiânia e Anápolis possuíam duas unidades diferentes. Atualmente, são 40 câmpus efetivados em 38 cidades, e pelo menos outros 4 devem ser descontinuados nos próximos anos, o que deve ocorrer com a formação dos últimos alunos ainda matriculados nos locais ou há apenas o aguardo da questão burocrática de repasse dos imóveis.

    Em Crixás, por exemplo, o prédio da UEG foi repassado para a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e deve dar lugar a um colégio estadual de ensino fundamental e médio, de gestão da Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO). Em Edéia, a estrutura foi repassada em convênio para a prefeitura municipal.

    Neste mesmo período de seis anos desde o início do redesenho, de acordo com os dados abertos disponibilizados pela própria UEG, a universidade teve uma redução de 10 mil alunos, embora seja válido lembrar que houve o período de pandemia da Covid-19 a partir de 2020 e 2021. O atual reitor, Antonio Cruvinel Borges Neto, que tomou posse em meados de 2021, relata que, na época, havia 9 mil alunos matriculados nos cursos de graduação na universidade. Atualmente, os dados da instituição apontam 13.098 matriculados, enquanto que em 2019 eram 23.098, gerando a diferença de 10 mil alunos exatamente. "A gente está em um processo de retomada, a prova disso é que o número de inscritos no vestibular dobrou em três anos", diz.

    Borges Neto conta que em 2022 foram 7 mil alunos interessados em ingressar na universidade no processo seletivo geral, que abrange todos os cursos, com exceção de Medicina, no câmpus Itumbiara, que possui vestibular separado. No certame para os ingressantes deste ano foram 14 mil inscritos, mesmo com uma oferta de cursos e vagas menor, conforme aponta o reitor. "Isso mostra que os estudantes sabem que a reestruturação era necessária, é um efeito disso. Os cursos que ficaram são reconhecidos como de qualidade, é o que a universidade pode oferecer de melhor", afirma. Ele diz que a UEG possui hoje 37 cursos e 115 ofertas (o número difere já que há cursos ofertados em mais de um câmpus).

    Orçamento

    Também em 2019, o Estado de Goiás modificou o estatuto da UEG e a forma de repasse da verba à instituição, que deixou de ser carimbada em 2% da receita líquida estadual para uma definição anual, como ocorre com as secretarias, por exemplo. A mudança foi vista como uma perda de garantias e de verbas para a universidade, o que redundaria em sucateamento, mas explicada sob o argumento de que a instituição não conseguia executar a verba destinada. Para o presidente da Associação dos Docentes da UEG (Adueg), professor Marcelo Moreira, isso é mostrado no aumento da evasão dos alunos, que seria o principal problema da instituição atualmente.

    "É o maior gargalo, que inclusive se discute no CsU, sobre como manter os alunos na universidade. Não conseguimos dar bolsas, o perfil dos estudantes já mudou também", diz Moreira.

    Segundo os dados da UEG, o número de alunos que abandonaram o curso em 2019 (1.416) é muito semelhante ao da quantidade atual (1.436), porém, como há um menor número de matriculados em 2025, a proporção é maior. Enquanto em 2019 cerca de 6% dos matriculados evadiram, neste ano o índice chega a 10%. Em 2024, com o ano já fechado, a evasão chegou a 7%.

    Segundo o reitor da UEG, o problema da evasão de fato existe, mas vem sendo discutido e buscadas soluções a partir das bolsas. "A UEG é a universidade do filho do trabalhador goiano. 78% dos nossos alunos são de famílias de até três salários mínimos", afirma. Porém, ele não considera que a mudança no modelo de orçamento seja um problema.

    "Em 2021, nós começamos com R$ 302 milhões e chegamos a R$ 321 milhões. Neste ano, começamos com R$ 524 milhões e já temos R$ 532 milhões. E isso é porque nós hoje conseguimos executar até 99% do orçamento. Minha obstinação nunca foi chegar nos 2%, mas saber quanto preciso para fazer tal coisa", diz.

    Reformas

    Borges Neto relata que, atualmente, 11 unidades estão passando por reforma, visando a qualidade do ensino e a melhoria estrutural para estudantes e servidores. Uma delas é a do Parque Laranjeiras, em Goiânia, cuja obra teve início no mês de fevereiro de 2024, com previsão de término no segundo semestre de 2025.

    "As obras incluem modernização das instalações, melhorias em toda a infraestrutura elétrica, reparos na cobertura, adequação de pisos, reforma do ginásio, construção de laboratórios e de banheiros e pintura geral. O projeto ainda vai garantir a acessibilidade em todos os ambientes da unidade", informa a UEG. A reforma está orçada em R$ 3,8 milhões e já foram executados cerca de 55% dos trabalhos.

    Reitor garante que processo é interno

    O reitor da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Antonio Cruvinel Borges Neto afirma que toda a política de redesenho da instituição tem sido realizada intramuros, ou seja, com a participação do Conselho Superior Universitário (CsU) e da reitoria, sem qualquer ingerência do governo estadual. Em 2019, o relatório que provocou o redesenho foi feito quando a universidade passou por uma intervenção estadual. O reitor havia sido nomeado por decreto. O ato durou até março de 2021, quando o processo eleitoral foi realizado, com a eleição de Borges Neto. "O governador nunca me ligou para questionar qualquer decisão da UEG, mesmo sendo decisões que podem afetar politicamente, afinal, é a saída de uma universidade de um município, que é uma base eleitoral", conta.

    Borges Neto ressalta que o redesenho iniciado em 2019 só estabeleceu o que vários relatórios anteriores haviam feito, que era demonstrar a incapacidade da UEG em se manter do tamanho que estava. "Em 2008, em uma tarde, mais de 50 cursos foram criados na UEG. Em 2009 já havia relatório técnico explicando que não era possível manter essa quantidade de ofertas, o mesmo foi feito em 2010, em 2013 se inicia um redesenho, em 2015 não teve um consenso, em 2018 um outro redesenho que foi rejeitado pelo conselho. Até 2022, foram 15 anos de discussão em que sempre apontou essa expansão desordenada. Quando assumi, já estava posto esse redesenho e extinguimos 42 ofertas, com vistas à qualidade."

    À época, O POPULAR apurou que o maior problema da expansão era que ela ocorreu sem planejamento e, na maior parte das vezes, para atender demandas políticas de grupos nos municípios, que buscavam uma plataforma de governo com a abertura de novos cursos ou novos câmpus da UEG. O argumento dos gestores da época era que a expansão favorecia e incentivava moradores do interior goiano a entrarem para o ensino superior e qualificar a mão de obra local, com cursos de licenciatura, para a formação de professores, e de áreas análogas à economia da região, como de técnicos agrícola ou sucroalcooleiro.

    A baixa procura por cursos de licenciatura, o que ocorre em todas as instituições de ensino superior, também fez com que a expansão passasse a não ser eficaz. "A UEG é uma universidade caracterizada pela formação de professores, porém a procura é baixa. Isso ocorre também nas universidades particulares e nas federais, em Goiás e nos outros estados. É uma coisa geral, pela desvalorização do professor, por muitos fatores", diz o reitor. Dos 48 cursos descontinuados desde 2019, 15 são de licenciatura ou Pedagogia. Outros 19 são de cursos técnicos, voltados para a formação de mão de obra local, e 14 são de bacharelado.

    Associação questiona extinções

    Presidente da Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Goiás (UEG), o professor Marcelo Moreira, da área de Economia, afirma que a reestruturação que a instituição de ensino superior passa desde 2019 não é feita de maneira planejada. Segundo ele, a descontinuidade dos cursos não é transparente e nem é discutida dentro do Conselho Superior Universitário (CsU), sendo muito mais a partir de decisões da reitoria e que a comunidade só fica sabendo a partir da falta de ofertas de vagas nos vestibulares. "Perdemos muitos alunos em regiões que precisam, como no Norte e Nordeste do Estado. É um momento de muita preocupação dos professores, que já dura muitos anos", diz.

    Um dos principais problemas apontados é que, com a redução, muitos servidores, tanto professores como técnicos, tiveram que migrar e dar aulas em até mais de uma cidade. "Tem professores dando aulas em duas ou três unidades, rodando até 300 quilômetros nessas estradas de Goiás e sem nenhum aporte da universidade, tirando do próprio bolso mesmo", conta.

    Ele explica que, mesmo a universidade estando menor de uma maneira geral, novos cursos estão sendo abertos e a quantidade de docentes permanece em cerca de 1 mil. Em 2019, uma decisão judicial após ação do Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), obrigou a UEG a desfazer contratos temporários vencidos e abrir concursos.

    Desde então, foram 13 certames realizados e o último destes teve a nomeação assinada nesta sexta-feira (7) pelo governador Ronaldo Caiado, dando posse a 71 novos professores da UEG, que vão atuar distribuídos em 19 campi. Moreira relata que, ainda assim, a carga horária tem sido extenuante, já que, além do ensino, há ações de extensão, pesquisa e ainda de gestão das unidades. "Para os professores, além de ter de sair da cidade, os cursos vão fechando e os servidores são incorporados em cursos análogos, mas isso vai desmotivando, não é a graduação que a pessoa queria, na cidade que já estava."

    O reitor da UEG, Antonio Cruvinel Borges Neto, explica que a instituição tem tentado alocar os professores em cidades que eles querem, a partir de processos seletivos internos antes dos concursos.

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    Concurso de juiz substituto com salários de R$ 32 mil divulga resultado preliminar de isenção da taxa; veja etapas

    A lista pode ser conferida no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), banca organizadora do certame. Inscrições seguem até 20 de março

    Modificado em 06/03/2025, 13:06

    Tribunal de Justiça do Tocantins

    Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO/Divulgação )

    Está disponível o resultado preliminar para conseguir a isenção da taxa de inscrição no concurso para juiz substituto do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO). A lista pode ser conferida no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), banca organizadora do certame.

    O concurso oferta sete vagas imediatas com salário de R$ 32.350,30, além de cadastro reserva. O valor da inscrição é de R$ 323,50 e deverá ser paga até o dia 21 de março pelos candidatos que não pleitearam a isenção ou tiveram o pedido indeferido.

    As inscrições ainda estão abertas e seguem até o dia 20 de março. Clique aqui para se inscrever.

    A solicitação poderia ser feita por pessoas doadores de medula óssea, doadoras de leite materno e cidadãos cadastrados junto ao TJTO que tenham atuado como jurados no Tribunal do Júri em qualquer comarca tocantinense.

    O edital determina que a relação dos pedidos de isenção deferidos após recurso será divulgada até o dia 20 de março de 2025.

    Próximas etapas

    A seleção dos juízes substitutos vai acontecer em cinco etapas: prova objetiva seletiva, provas escritas (discursiva e sentenças), sindicância da vida pregressa e investigação social, prova oral e avaliação de títulos.

    Está marcada para o dia 29 de junho deste ano a prova objetiva, que deverá ser aplicada em Palmas, das 13h às 18h. Serão 100 questões de múltipla escolha com cinco alternativas e apenas uma resposta correta.

    Já a prova escrita será aplicada em um único dia e a prática em dois dias. Elas devem acontecer no dia 31 de agosto e 1º de setembro de 2025. Serão considerados o conteúdo e desenvolvimento pertinentes ao tema, capacidade de exposição e utilização correta da Língua Portuguesa.

    A realização das outras etapas vão depender do resultado e divulgação dos candidatos classificados, segundo o edital.