O caso de racismo denunciado pelo atacante Berto, do Operário-PR, após a partida em que a equipe paranaense foi derrotada por 2 a 1 pelo Vila Nova, na noite de sábado (18), no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA), terá desdobramentos policiais e, possivelmente, na Justiça. O jogador disse ter sido chamado de “macaquinho” depois do encerramento da partida. Houve confusão e o caso foi encaminhado e registrado na Central de Flagrantes de Goiânia. Na confusão generalizada, além da denúncia de racismo, alguns objetos foram atirados em direção às pessoas que estavam na tribuna do estádio por dois jogadores do Operário-PR - na súmula, a arbitragem relata que Berto (número 14) e Jhan Pool Torres (número 18) jogaram as peças e vice-versa. Garrafa atirada para o campo atingiu o presidente do Operário-PR, Álvaro Góes, que ficou com o rosto sangrando e caiu no chão.