Cantora e compositora baiana, Rachel Reis de 29 anos, não abre mão de sua autenticidade. Expoente da música brasileira e duas vezes indicada ao Grammy Latino ela é enfática quanto aos seus valores: “Nunca quis me moldar para caber em prateleira”, afirma. Em turnê pelo País com seu novo álbum, "Divina Casca" (2025), a artista desembarca em Goiânia para uma apresentação gratuita hoje, dentro da programação do Claque Cultural, no palco montado no Estádio Olímpico, no Centro da capital. Seu maior hit, "Maresia", fez parte da trilha de "Fuzuê" (2023), da Globo. No ano seguinte, "Bateu", sua música em parceria com Gilsons, teve destaque em "Renascer" (2024), para a alegria da noveleira assumida que ela é. No currículo acumula parcerias com artistas como BaianaSystem, Don L, Rincon Sapiência e Psirico - passando por gêneros como MPB, reggae, axé, arrocha, pagodão baiano e beats eletrônicos. “Eu gosto de trabalhar com artistas com quem me conecto musicalmente, que admiro”, ressalta. “Depois de rodar o Brasil com esse trabalho, o show foi ganhando mais camadas... Ansiosa para levar para o público de Goiânia”, diz ela, que é natural de Feira de Santana.