Um advogado goiano com nanismo denunciou ter sofrido discriminação durante o Teste de Aptidão Física (TAF) do concurso para delegado substituto da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). Segundo Matheus Menezes, de 25 anos, que havia sido aprovado nas etapas anteriores do certame, os avaliadores da banca "ignoraram o laudo médico de adaptação" apresentado para a realização da prova. Falaram que iria fazer os mesmos testes que os demais, sem nenhuma adaptação”, relatou em entrevista à repórter Bárbara França, do g1 Goiás. Segundo ele, o caso já foi levado à Justiça e aguarda decisão. Em nota enviada ao POPULAR, a Fundação Getulio Vargas, responsável pelo certame, informou que o edital de convocação para os exames biofísicos “previu expressamente que não haveria adaptação dessa etapa às condições individuais dos candidatos (leia na íntegra ao final da matéria)”.