A tramitação do projeto, encaminhado pelo governador Ronaldo Caiado (UB), que aumenta os valores de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrados sobre combustíveis e gás de cozinha, iniciou nesta terça-feira (2) na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). A proposta tem origem na Secretaria de Economia, que define a adesão do estado a convênio aprovado em setembro pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). O texto gerou debate entre deputados da própria base do governo estadual durante reunião da Comissão Mista, além de provocações de parlamentares de oposição, que pretendem votar contra a matéria. Empresa fantasma é investigada por sonegação de R$ 800 milhões no Tocantins Carros elétricos de Goiás emplacados fora serão multados Desvio de combustível para garimpo ilegal leva PF a cumprir mandado no Tocantins