O projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) para reestruturação do quadro de pessoal dos servidores efetivos da Casa, que inclui benefícios para os efetivos, como progressões com impacto a partir de 2028, foi vetado pelo governador Daniel Vilela (MDB). Ele argumenta que o veto é necessário porque a legislação proíbe a criação de despesas deste tipo para exercícios seguintes. Durante a sessão de terça-feira (7), o presidente da Alego, Bruno Peixoto (UB), defendeu a proposta e enviou recado ao Executivo ao afirmar que “a decisão final de qualquer matéria cabe a este plenário”. Questionado sobre o posicionamento do presidente, Daniel disse, na terça (8), que teve “excelente conversa” com Bruno e que “nesse caso específico ele tem todo direito de discutir o veto em plenário”.