A Polícia Civil de Goiás (PC) pediu mais tempo para finalizar o inquérito que investiga o acidente da van escolar que acabou na morte de 5 crianças em junho, na GO-518. Depoimentos colhidos apontam que o motorista do veículo costumava dirigir em alta velocidade, tinha o costume de fazer freadas bruscas como forma de dar uma bronca nos passageiros, que não era costume o uso de cinto de segurança e que apesar de ter espaço para apenas 15 pessoas na van, havia 18 crianças cadastradas, sendo que algumas vezes era comum parte delas fazer o trajeto em pé. O motorista da van e o do caminhão que foi atingido já foram ouvidos e um responsabiliza o outro pelo acidente. O acidente aconteceu por volta de 18h15 de uma segunda-feira, após a van escolar deixar o Colégio Estadual da Polícia Militar de Goiás (CEPMG) 5 de Janeiro, em Sanclerlândia, com 14 estudantes rumo a Córrego do Ouro, cidade a 39 quilômetros da unidade de ensino. No caminho, o veículo passou por Buriti de Goiás, onde desceram duas crianças, ficando 12. Em uma curva na GO-518, a van - uma Renault/Master 2018 - dirigida por Vicente de Paulo da Silva, de 70 anos, colidiu com um caminhão Scania/T112 1985 com um semirreboque SR/Facchini 2002, dirigido por Ailton da Guia Florentino Lucas, de 49 anos, e carregado com 32 cabeças de gado.