Goiânia perdeu, desde 2021, 37,6% da infraestrutura destinada aos ciclistas, o que dá um total de 45,34 quilômetros (km) a menos da malha cicloviária. A capital passou de um total de 120,38 km para 75,04 km de extensão em 2026. Esse novo indicador ficou abaixo do patamar de 10 anos atrás, quando Goiânia dispunha de 78,14 km de estruturas cicloviárias. Além disso, das vias que ainda restaram, há problemas de manutenção, com ciclovias quebradas e ciclofaixas totalmente apagadas, inclusive em torno dos parques Areião, Vaca Brava e Lago das Rosas, o que representa sumiço ainda maior das rotas para as bikes. Neste ano, os 75,04 km remanescentes da rede cicloviária urbana estão distribuídos em 23,62 km de ciclovias permanentes, 18 km de ciclofaixas e 33,42 km de ciclorrotas. Porém, a ciclofaixa que liga os parques Areião e Vaca Brava, por exemplo, na Avenida T-12, está com trechos apagados, o que ocorre após serviço de reconstrução asfáltica realizado nas vias e que não tiveram as pinturas feitas, mesmo que isso tenha ocorrido com a sinalização utilizada na rua para os demais veículos.