Marcada para morrer: gameleira na esquina da Rua José Hermano acabou afetando a estrutura de imóveis (Guilherme Alves/O Popular) Além da vida noturna, um dos destaques da Praça Mestre Maria Henriqueta Péclat, no Setor Oeste, é o quarteto de gameleiras plantadas lado a lado e que ainda despejam generosa sombra sobre, hoje, uma padaria. Porém, a paisagem agradável está com seus dias contados desde 2024, quando dois dos quatro exemplares tiveram laudo para extirpação por causa do estado fitossanitário precário. Do relatório técnico, constam problemas como exsudação (liberação de seiva), necrose e desgalhamento. Os outros dois são bombas-relógio, e terão o mesmo parecer talvez muito em breve. O caso das gameleiras da Praça da Cirrose não é exceção, pelo contrário: o ciclo delas nas vias públicas de Goiânia está chegando ao fim. Marcantes pelo porte colossal, elas são árvores que precisam de condições que a cidade grande não lhes dá.