De janeiro a julho de 2025, foram registrados 7.640 acidentes em Goiás envolvendo animais peçonhentos. O médico do Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Goiás, Rogério de Paula, explica que o tempo seco e o aumento das queimadas fazem com que esses animais se aproximem das residências, em especial os escorpiões. O especialista orienta que, para evitar acidentes, é necessário não acumular objetos como restos de construção, telhas e tijolos, que servem de abrigo. Em caso de picada, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação, já que o uso da soroterapia depende da gravidade dos sintomas. Rogério de Paula alerta ainda que não é recomendado tentar capturar o animal ou realizar socorro local, pois essas práticas aumentam o risco de novos acidentes. Superbactéria é encontrada no Rio Meia Ponte por pesquisadores da UEG