Após 24 horas do início da greve dos trabalhadores credenciados da Saúde de Goiânia, o cenário é distinto nas diferentes unidades de urgência. Enquanto algumas atendem uma gama maior de pacientes, outras se limitam apenas aos casos mais graves. De modo geral, os profissionais têm que administrar más condições estruturais e a falta de insumos. Na edição desta quarta-feira (14), o DAQUI mostrou que condições estruturais deficitárias, falta de medicamentos e insumos, fechamento de unidades, insatisfação com salários e atrasos nos pagamentos motivaram a paralisação dos servidores da saúde da capital, iniciada terça-feira. Também nesta quarta-feira, a reportagem percorreu quatro unidades de urgência da cidade e constatou que, em cada uma delas, a experiência do usuário era diferente. A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Jardim América estava lotada e priorizava o atendimento de fichas amarelas, vermelhas e laranjas, enquanto as fichas verdes eram atendidas de forma mais lenta.