Goiás registrou os três primeiros casos confirmados do subclado K, conhecido como Gripe K, por ser uma mutação do vírus Influenza A (H3N2). De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES-GO), diante do cenário epidemiológico analisado em outros países, o subclado K mostra ter maior transmissibilidade entre pessoas, mas os casos costumam não evoluir para quadros graves. As pessoas contaminadas no estado são de Caldas Novas, Anápolis e Itumbiara, segundo a SES-GO. Conforme a pasta, foram casos leves que evoluíram para cura. A SES-GO informou que, até o momento, não foi documentada uma mudança significativa na gravidade clínica dos infectados, como internações hospitalares ou óbitos. No entanto, as temporadas dominadas pelo subtipo A (H3N2) costumam estar associadas a maior gravidade, especialmente entre idosos.