A família do adolescente espancado pelo lutador Rafael Gomes Pereira, de 43 anos, até desmaiar, afirma viver com medo após os episódios de violência envolvendo o homem. Segundo a servidora pública Vivian Pereira Cunha, de 44 anos, mãe do jovem agredido, a sensação de insegurança aumentou após a soltura do lutador. É a segunda vez que a família dela e de Rafael se envolvem em situações de agressões. Um sobrinho dela teve o nariz quebrado durante a confusão em janeiro. Ao JORNAL, ela contou que, mesmo após a denúncia e o registro do boletim de ocorrência, Rafael voltou à Praça das Artes e não demonstrou receio das consequências dos próprios atos. “Ficou um sentimento constante de medo. A gente não sabe quando ele pode aparecer novamente ou o que pode acontecer. Isso gera uma sensação de impunidade e deixa as famílias intimidadas. Depois de tudo o que ocorreu, meus filhos deixaram de frequentar a praça por receio”, disse.