Fiscalização na Maternidade Célia Câmara apontou divergências ( Diomício Gomes / O Popular) A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) já sabia que a organização social (OS) Sociedade Beneficente São José (SBSJ) não vinha executando integralmente os serviços contratualizados, mantendo oferta reduzida no Hospital Municipal e Maternidade Célia Câmara (HMMCC), em Goiânia. Mesmo assim, em fevereiro, o termo de colaboração entre o poder público e a OS foi aditivado. É o que aponta um memorando enviado pela secretaria à instituição, na segunda-feira (30), cobrando um plano de contingência na maternidade. Ontem, os atendimentos de urgência da unidade foram comprometidos após pediatras, obstetras e ginecologistas se recusarem a continuar trabalhando com a empresa contratada pela SBSJ. O corpo clínico da unidade já havia enviado uma nota sobre o assunto à direção da SBSJ, da Célia Câmara e aos demais órgãos de controle e fiscalização competentes no domingo (29) cobrando providências para uma transição ordenada e a continuidade dos serviços médicos na unidade. Os médicos reclamam de atrasos nos pagamentos, além de falta de insumos na unidade.