Uma motorista por aplicativo é suspeita de cobrar mais de R$ 200 de um passageiro com deficiência visual por uma corrida que custou R$ 10 em Goiânia. Conforme apurado pela TV Anhanguera, a motorista disse ao passageiro que o valor de R$ 10 não tinha sido efetuado e pegou a própria maquininha de cartão para ele pagar. A Polícia Civil investiga o caso. O Daqui entrou em contato com a Defensoria Pública de Goiás (DPE-GO), que está habilitada como defesa no processo, para pedir um posicionamento sobre o caso, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem. Advogado é preso suspeito de enganar clientes por mais de 8 anos; uma das vítimas perdeu a casa Mulher se passa por policial para dar golpe em salão de beleza À polícia, a motorista disse que, durante a corrida, ela e o passageiro tiveram uma conversa e a cobrança foi autorizada como doação.