Os advogados do motorista Antônio Pereira do Nascimento entraram com um pedido de esclarecimento sobre a última decisão da Justiça, que dispensou testemunhas do caso. Em 2023, ele ficou milionário por cerca de sete horas após receber, por engano, uma transferência de R$ 131.870.227,00 e devolveu o valor. No ano seguinte, entrou com uma ação pedindo direito à recompensa e indenização por danos morais contra o banco. Em março deste ano, a Justiça decidiu dispensar testemunhas no processo. O juiz Lauro Augusto Moreira Maia, da 6ª Vara Cível de Palmas, entendeu que não há necessidade de ouvir as pessoas indicadas pelo motorista e pela defesa do banco. Conforme o Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ-TO), a defesa do motorista apresentou embargos de declaração em março de 2026, quando o processo estava pronto para julgamento.