Sede do Tribunal de Justiça do Tocantins (Djavan Barbosa/Arquivo JTo) A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) negou, nesta quarta-feira (20), os pedidos de habeas corpus apresentados pelas defesas de Dhieine Caminski, Andres Vicente da Costa e Cláudia Fernanda Cândido da Silva. Os três são investigados por um suposto esquema de corrupção envolvendo o contrato de terceirização das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Palmas. O julgamento terminou com o placar de 3 votos a 2 pela manutenção das prisões preventivas. No julgamento, prevaleceu o voto divergente apresentado pelo desembargador Luizilmar dos Santos Pires, que entendeu pela necessidade de manter os três réus detidos. A posição foi acompanhada por outros dois magistrados, superando o voto do relator do caso, desembargador Márcio Barcelos, que havia se manifestado favorável à soltura dos investigados.