A possibilidade de mineração na Chapada dos Veadeiros vem gerando debates. A revisão do plano de manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) de Pouso Alto, município integrante de um dos pontos turísticos mais importantes de Goiás, também analisa a representatividade do conselho responsável por discutir as mudanças. Enquanto conselheiros rejeitaram, no último fim de semana, a liberação para exploração de minérios como ouro, manganês e terras raras, o Ministério Público de Goiás (MP-GO) questiona na Justiça a composição do colegiado e pede a anulação de atos deliberativos relacionados à unidade de conservação. Na reunião realizada na última sexta-feira (8) e no sábado (9), em Colinas do Sul, o Conselho Consultivo da APA de Pouso Alto (Conapa) aprovou apenas a permissão para retirada de cascalho e areia, utilizados na manutenção de estradas vicinais. O grupo é formado por representantes do poder público e da sociedade civil organizada e é ligado à Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Governo de Goiás (Semad).