O primeiro dia do julgamento dos policiais militares acusados de matar o advogado Davi Sebba, há 14 anos, durou quase 10 horas, nesta quinta-feira (1°), no Fórum da capital. Quatorze pessoas foram ouvidas do total de 15 que foram listadas no processo como testemunhas. Uma foi dispensada. O tenente Ednailton Pereira de Souza, que hoje é major; o sargento Luiz Frederico de Oliveira e o ex-soldado da Polícia Militar (PM), Jonathas Atenevir Jordão, são julgados por homicídio simples. Até o fechamento desta edição, a Justiça não havia decidido se os três acusados seriam ouvidos ontem mesmo ou se a oitiva passaria pra hoje, previsto para terminar o julgamento. O advogado foi morto com um tiro no peito no dia 12 de junho de 2012, por volta das 19 horas, no estacionamento do Carrefour da Avenida T-9, na capital. Naquele momento, de acordo com a família, a mulher da vítima estava na maternidade, em trabalho de parto, quando o advogado se dirigiu ao supermercado para comprar fraldas. Desde então, familiares e amigos iniciaram uma luta por justiça.