Para atender à demanda por porteiros, merendeiros, assistentes administrativos, auxiliares de atividades educativas e professores da rede municipal de Goiânia, são necessários 2,6 mil profissionais. O déficit consta em informações enviadas pela Secretaria Municipal de Educação (SME) ao Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás (TCM-GO) e presentes em relatório da Secretaria de Controle Externo de Atos de Pessoal do tribunal, elaborado em março deste ano. A SME defende que o quantitativo não deve ser interpretado, de forma automática, como equivalente ao número de cargos efetivos vagos e imediatamente disponíveis para provimento. Em nota, a pasta destacou que “necessidade de pessoal, vacância de cargo e disponibilidade para nomeação são conceitos distintos e dependem da análise da situação funcional e da necessidade efetiva de cada cargo na estrutura da rede” e que o dimensionamento do quadro de pessoal é realizado a partir da modulação, instrumento técnico que considera, entre outros fatores, o número de estudantes e turmas, a organização e a demanda de cada unidade educacional, a carga horária dos profissionais, a lotação dos servidores e os afastamentos legais.