O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) informou que parte dos cortes de árvores na Praça Cívica foi realizada pela Prefeitura de Goiânia sem autorização do órgão federal, responsável pela proteção da área tombada. Com isso, a retirada, durante obras de reforma em prédios históricos, teria sido irregular. Foram cortadas 14 árvores, em intervenções que levantaram questionamentos por parte de moradores e do Iphan. Do total, dez tiveram corte autorizado pelo instituto a pedido da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), no contexto das obras de reforma do antigo Fórum e do antigo Tribunal de Justiça. Para esses casos, houve apresentação de plano de recomposição da massa arbórea, prevendo o plantio compensatório na própria Praça Cívica. De acordo com a Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), a autorização ambiental prevê o plantio de dez novas mudas, sendo três ipês-tabaco, três ipês-brancos e quatro exemplares de nós-de-porco.