O Ministério Público do Tocantins (MPTO) ajuizou ação por ato de improbidade administrativa contra servidor contratado pela Prefeitura de Pequizeiro, por suposto pagamento de salários sem a efetiva prestação do serviço público. O MPTO cobra na Justiça a devolução de R$ 61,8 mil. O prefeito Jocélio Nobre da Silva (União) e o secretário municipal de administração também são alvos da ação. O g1 pediu posicionamento à Prefeitura de Pequizeiro e ao prefeito, mas não houve resposta até a última atualização. Segundo o MPTO, foram encontradas incompatibilidades. O servidor foi contratado em julho de 2024 para uma jornada de 40 horas semanais em um cargo de médico-veterinário em Pequizeiro, mas cursava medicina em período integral com atividades presenciais em Palmas, a 251km de distância. Durante a apuração, a 2ª Promotoria de Justiça de Colmeia fez requisição e a faculdade confirmou matrícula regular e atividades presenciais do estudante desde janeiro de 2023. O nome do servidor não foi informado.