A partir de terça-feira (12), servidores municipais da educação de Goiânia devem iniciar uma greve, após a categoria ter aprovado a paralisação. Entre as principais reivindicações, está o pagamento do piso salarial do magistério deste ano, atualizado em janeiro, além do envio do plano de carreira dos servidores administrativos. Conforme o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), a medida foi tomada após não ter ocorrido avanços nas negociações junto à Prefeitura. Por outro lado, a administração vê que a decisão seria “imprópria” para o momento. A deflagração da greve para a próxima semana foi tomada durante assembleia ontem, e a entidade sindical deve fazer o comunicado aos servidores dentro das unidades de ensino entre hoje e segunda-feira (11), quando deve ser indicado o número de instituições que devem aderir ao movimento. Presidente em exercício do Sintego, Ludmylla Morais explica que a decisão ocorre após mais de um ano e meio tentando negociar com a Prefeitura. “O plano de carreira dos administrativos continua estagnado, parado. Esse ano pedimos agenda para resolver, e quando não estava avançando chamamos a categoria e, em assembleia, decidiram por uma nova assembleia com paralisação e indicativo de greve”, explica.