A Polícia Civil indiciou duas pessoas pela morte do treinador de futebol Brunno Santos Faria, de 23 anos. Ele foi morto atingido no peito por uma bala perdida disparada por um homem que, minutos antes, teve uma crise de ciúmes envolvendo outras pessoas no mesmo local em que a vítima estava, uma confraternização no dia 6 de julho, um domingo, em um espaço de eventos no Gentil Meirelles, em Goiânia. Willian Nunes Gomes, de 20 anos, e Patrick Brian de Melo Fraga, de 21, foram indiciados pelo crime de homicídio duplamente qualificado, sendo que Willian teria sido o autor de diversos disparos, e Patrick dirigido o carro usado para o crime. A Polícia Civil confirmou a versão de pessoas presentes na hora do crime de que Brunno não tinha nenhum envolvimento com a confusão que antecedeu os disparos e que estava na casa do proprietário do espaço de eventos, que fica anexa ao local, quando tudo aconteceu. Brunno foi encontrado caído próximo de uma piscina, recebeu primeiros socorros, foi levado a um hospital, mas morreu menos de quatro horas após o disparo. Um primo e um tio da vítima também ficaram feridos com tiros que os atingiram de raspão na cabeça, chegaram a ir a uma unidade hospitalar, sem maior gravidade.