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Maju Coutinho percorre a África em novo quadro do 'Fantástico'

Maju Coutinho testemunha a energia e a esperança da juventude queniana em busca de um futuro mais justo, ao acompanhar um protesto em que jovens expressam sua frustração com a situação política e socioeconômica do país

Modificado em 05/11/2024, 17:05

Apresentadora Maju Coutinho

Apresentadora Maju Coutinho (Divulgação/Globo)

Formada por mais de 54 países e quase 1,5 bilhão habitantes, a África é um continente vibrante e diverso. Um conjunto de culturas, línguas e realidades distintas, com enorme potencial, impulsionado por sua população jovem e inovadora, que vive em uma busca constante por desenvolvimento e soluções para superar a pobreza e as desigualdades. Em uma jornada inspiradora pelo continente africano, o "Fantástico" estreia neste domingo (3) a série "Que África É Essa? O Fantástico na Terra-Mãe". Em quatro episódios, ela vai mostrar o território para além dos estereótipos, sob olhar da apresentadora Maju Coutinho, explorando a riqueza da sua história e seus desafios contemporâneos por um futuro sustentável.

"Eu sempre tive muita vontade de fazer reportagem sobre o continente africano, porque acho que o foco da mídia ocidental é sempre voltado para as mazelas e para a natureza exuberante. E, na verdade, a África é um continente muito diverso. Tem diversidade, tem as mazelas, os contrastes, mas também tem potência. Nossa missão com a série é mostrar esse continente complexo, com suas potencialidades, sua história e sua conexão em alguns momentos com o Brasil", conta a apresentadora.

A viagem começa com Maju refazendo os passos de ex-escravizados que conseguiram voltar para a África no século 19, em Gana, um país relativamente jovem, com 67 anos de independência, que enfrenta desafios como a desvalorização da moeda e busca soluções sustentáveis para o seu desenvolvimento. Como exemplo, uma empresa de táxi que utiliza energia solar para seus veículos, buscando reduzir a dependência de combustíveis fósseis. Já o Quênia se destaca no uso de energias renováveis, como a hídrica, eólica e principalmente a geotérmica. No primeiro episódio, Maju explora a capital Nairobi por meios de transporte locais como os "boda-bodas" (moto-táxis) e os "matatus" (ônibus coloridos e vibrantes), destacando a praticidade do transporte em meio ao trânsito da cidade, que proporcionam um vislumbre da cultura local e da energia vibrante da capital queniana.

O passeio pelo continente revela uma África tecnológica e inovadora. O centro da capital queniana abriga prédios imponentes, contrastando com a imagem estereotipada da África. No segundo episódio, Maju Coutinho traz seu olhar de representatividade e conexão com o território ao revelar uma África que abraça a tecnologia, com jovens determinados a transformar a realidade por meio da inovação.

A jornada pela Terra-Mãe revela um panorama contraditório. Na sociedade ganense há uma coexistência pacífica entre diferentes religiões, com cristãos, muçulmanos, tradicionalistas e até mesmo maçons convivendo harmoniosamente. Porém, a comunidade LGBTQIA+ enfrenta forte oposição de grupos religiosos. O contexto demonstra que, mesmo em sociedades com alto grau de tolerância religiosa, podem existir grupos oponentes. No terceiro episódio, Maju Coutinho testemunha a energia e a esperança da juventude queniana em busca de um futuro mais justo, ao acompanhar um protesto em que jovens expressam sua frustração com a situação política e socioeconômica do país e exigem uma liderança que atenda às suas necessidades.

A África pulsa com a energia de seus mercados populosos, repletos de cores, aromas e tradições. Enquanto em Gana os mercados transbordam com tecidos vibrantes como o kente, no Quênia, o Mercado Massai se destaca por sua natureza itinerante, oferecendo uma variedade de produtos, desde artesanato local até roupas de segunda mão vindas de diferentes partes do mundo. No quarto episódio da série, Maju faz um passeio pelos costumes, ritos e a culinária, rica em sabores e aromas, que representam a diversidade do continente.

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Dupla da folia nas noites de carnaval carioca

Maju Coutinho e Alex Escobar vão comandar a transmissão dos desfiles das escolas de samba do grupo especial do Rio de Janeiro

Modificado em 19/09/2024, 00:12

Maju Coutinho e Alex Escobar na Sapucaí

Maju Coutinho e Alex Escobar na Sapucaí

O carnaval Globeleza voltará a reunir o Brasil na frente da TV no domingo, 19, e na segunda-feira, 20, para assistir aos desfiles das escolas de samba do grupo especial do Rio de Janeiro, cuja transmissão segue a cargo de Maju Coutinho e Alex Escobar. A dupla, que passou um mês visitando barracão por barracão das agremiações na Cidade do Samba, apurou detalhes exclusivos para enriquecer a cobertura e já sugere uma tendência: vem aí um carnaval ainda mais grandioso. "O que está me chamou a atenção foi a grandiosidade, o tamanho dos carros eu acho que nunca foi tão grande. E o carnaval não está cabendo nos barracões da Cidade do Samba", revela Escobar, ao lado de Maju, que observou outro sentimento entre os sambistas: "Percebi uma alegria nos componentes ao voltar para a Sapucaí em fevereiro. Ano passado, tivemos os desfiles em abril, havia uma sensação de grito represado na garganta pelo fato de não ter rolado desfile em 2021. Ano passado, em abril, houve desfile, mas esse ano é que será um Carnaval com C maiúsculo". A transmissão começa após o BBB23. Maju Coutinho e Alex Escobar ainda terão a companhia de Pretinho da Serrinha e Milton Cunha, que fazem os comentários sobre o desempenho de cada escola. Confira as entrevistas da dupla de apresentadores do carnaval do Rio de Janeiro.

Como foram as visitas aos barracões das escolas de samba?

Maju Coutinho: As visitas são sempre importantes, elas nos abastecem de informações que serão levadas para o telespectador. É do barracão que nasce o entendimento da história que vai ser contada na avenida.

Alex Escobar: Excelentes! É um momento que a gente começa a viver muito de perto o carnaval e a gente sente a expectativa de quem está fazendo tudo acontecer. Os olhos brilhando dos carnavalescos, dos artistas que trabalham diretamente nos carros, nas fantasias. Então é um momento mágico mesmo, de a gente ver o sonho daquelas pessoas, as ideias se concretizando. E nos ajuda a ter uma ideia do que vai ver na avenida também.

Como é a expectativa para o carnaval agora passada a estreia no ano passado? O aprendeu da transmissão do ano passado?

Maju Coutinho: Uma adrenalina com um pouco de maracujá desta vez. Tem a adrenalina, mas como não é estreia é um pouco menos assustador. No carnaval do ano passado, aprendi que é essencial pedir licença para pisar naquele solo sagrado e que a Sapucaí é quem manda. Trata-se de um espaço encantado onde vai acontecer o que esse lugar mágico quiser que aconteça. Então, que seja feita a vontade da Sapucaí!

Como vão se preparar pra maratona?

Maju Coutinho: A preparação para a maratona é física, intelectual e espiritual. Estou cuidando da saúde com exercícios e alimentação balanceada, assistindo aos vídeos sobre os enredos e visitando barracões e, pedindo aos céus, para que os nossos caminhos estejam abertos e que a gente possa se comunicar bem.

Alex Escobar: Olha, eu me preparo sempre do mesmo jeito. Tanto o futebol, quanto o carnaval, você se prepara o ano inteiro. Acompanho o noticiário de carnaval o ano inteiro, a disputa de samba, os enredos, as trocas de carnavalesco. Aí, quando chega o carnaval, estou tranquilo. Quanto à maratona de cansaço, faço uma adequação de fuso, vou esticando, aproveitando pra passar, limpo as informações que a gente colheu nos barracões ali para o nosso material de trabalho e vai. Costuma funcionar bem.

Quem é você no carnaval?

Maju Coutinho: A Maju do carnaval varia de acordo com o ano: tem ano que quero botar o meu bloco na rua, ou quero ir atrás do trio elétrico, dançar ao toque do agogô. Neste ano, quero mesmo é pegar o telespectador pela mão para que ele se sinta dentro da avenida, apreciando cada detalhe, curtindo a bateria, se emocionando com o espetáculo. Quero valorizar nossa mais rica manifestação popular com clareza, presença, reverência e alegria.

Alex Escobar: Sou um comunicador ali. Alguém que tenta ter a sensibilidade de jogar para o público as informações mais relevantes. Eu sou um entusiasta da festa, mas, ao mesmo tempo, me sinto como um convidado, uma parte pequena daquilo ali. A minha função é fazer os artistas brilharem. Não só os carnavalescos, cada passista, cada destaque, cada folião. Eles são os protagonistas. Eu sou um comunicador do que acontece ali. Para bloco eu não vou, estou velho, mas camarote, eu gosto. Eu procuro ir sempre no desfile das campeãs, e sempre escolho ali uma escola pra desfilar.

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Maju Coutinho cita trecho de 'Evidências' para abordar iminente derrota de Trump

O fato repercutiu nas redes sociais e rapidamente ficou na tarde desta quinta entre os assuntos mais comentados do Twitter

Modificado em 24/09/2024, 00:20

Maju Coutinho

Maju Coutinho
 (Divulgação)

A apresentadora do Jornal Hoje (Globo) Maju Coutinho citou um trecho da música "Evidências", conhecida pela interpretação da dupla Chitãozinho e Xororó, para falar sobre a eleição para definir o novo presidente dos Estados Unidos entre Donald Trump e Joe Biden.

Em certo momento do noticiário desta quinta-feira (5), Coutinho relacionou a canção ao candidato e atual presidente dos Estados Unidos.

"Enquanto isso o Trump vai negando as aparências, disfarçando as evidências", disse ela. O fato repercute nas redes sociais e rapidamente ficou na tarde desta quinta entre os assuntos mais comentados do Twitter.

Na internet, muita gente gostou da associação. "Maju, eu te amo", escreveu um. "Maju matando o Trump com gentileza", disse um outro. "Maju sendo muito perspicaz", celebrou uma outra seguidora.

A associação com a música foi feita com base na reação de Trump com a iminente perda da eleição para o candidato Biden. Diante do cenário cada vez mais favorável ao adversário, a campanha do republicano entrou com ação na Justiça para tentar suspender a contagem de votos em Michigan e na Pensilvânia e disse que pediria a recontagem de votos em Wisconsin, onde Biden venceu por menos de 1 ponto percentual.

Já o candidato democrata à Casa Branca, Joe Biden, venceu em dois estados decisivos do Meio-Oeste americano nesta quarta (4) e chegou mais perto de uma vitória na acirrada disputa contra Donald Trump.

Depois de quase 24h de apuração, projeções da imprensa americana mostravam que Biden havia vencido nos determinantes Wisconsin e Michigan e chegado a 264 dos 270 votos que precisa no Colégio Eleitoral.

Assim, o democrata, que ficou a um estado de ser eleito o 46º presidente dos EUA, fez um discurso de união em que se disse confiante na vitória e viu Trump agir para levar a disputa para a Justiça.

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Globo pede desculpas a Maju Coutinho por abrir espaço no Fantástico a Rodrigo Branco

Modificado em 24/09/2024, 00:22

Branco participou de matéria da Rede Globo

Branco participou de matéria da Rede Globo

O Fantástico pediu desculpas à jornalista Maria Júlia Coutinho, de 42 anos, por ter dado espaço em uma reportagem apresentada no domingo (4) ao empresário Rodrigo Branco. Famoso guia de turismo de celebridades em Orlando, Branco provocou polêmica em março deste ano ao fazer comentários que ele mesmo mais tarde classificaria de racistas contra Maju.

Segundo a colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, a participação do empresário em uma reportagem sobre turismo durante a pandemia não pegou bem dentro da produção do programa e no jornalismo da Globo e gerou o pedido de desculpas.

"O Fantástico lamenta não ter se dado conta de que era a mesma pessoa. E já se desculpou com Maria Júlia Coutinho", informou em nota a comunicação da Globo.

No programa, Branco foi apresentado como um brasileiro que mora há seis anos em Orlando e tem uma empresa especializada em receber celebridades na cidade. Foram exibidas fotos do guia ao lado de artistas como Xuxa e Ivete Sangalo. Ele também comentou que era triste ver a Disney com poucos visitantes.

Em março, durante uma live de Instagram com a influenciadora digital Ju de Paulla, Branco fez comentários sobre Maju e a médica Thelma, que viria a ser a campeã do Big Brother Brasil 20.

Na ocasião, ele afirmou que a torcida por Thelma no reality existia apenas porque "ela é negra coitada". "É a mesma coisa que falo da Maju Coutinho. Ela é péssima, é horrível. Eu assisti hoje e ela fala tudo errado. Ela só está lá por causa da cor", disse. "Ela não tem uma carreira, ela nunca foi repórter de campo, ela fala tudo errado e eu como diretor de TV, vou te falar, ela lê o TP errado."

A repercussão das falas foi negativa, e momentos depois, o empresário se desculpou. "Falei um monte de merda. [sic] Não falei nada como eu penso, queria explicar o que queria falar. Queria falar uma coisa e falei totalmente outra coisa, fui totalmente racista", disse. "Recebi ligações de amigos meus, principalmente. Por isso é bom ter amigos. [...] Eu sei escutar".

A influenciadora Ju de Paula, por sua vez, publicou um texto em seu Instagram em que falou sobre o ocorrido. "O racismo se apresentou exatamente do jeito que ele faz, sem pedir licença. Eu fiquei sem acreditar no que eu estava ouvindo, eu até tentei explicar pro Rodrigo e para os seguidores o quão racista é aqueça fala dele, mas fui interrompida algumas vezes. Fiquei muito nervosa e confesso que fiquei sem saber como agir", disse ela. "Obviamente não compactuo com nada do que foi dito sobre Thelma e Maju."

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Girafas brancas raras são mortas na África

Modificado em 24/09/2024, 01:24

Girafa branca rara é vista ao lado de outra com manchas

Girafa branca rara é vista ao lado de outra com manchas (Reprodução)

Ambientalistas denunciaram nesta quarta-feira (11) a morte de duas girafas brancas extremamente raras. Elas foram mortas por caçadores no Quênia, país da África.

Carcaças da fêmea e do filhote foram encontrados por guardas florestais em um vilarejo numa cidade no nordeste do país africano. Uma terceira girafa branca está viva e deve ser o único exemplar no mundo. Sua aparência branca é devido a uma condição rara chamada leucismo, que faz com que as células da pele não tenham pigmentação.

Os caçadores ainda não foram identificados. A Kenya Wildlife Society, o principal órgão de preservação da África Oriental, disse que está investigando os assassinatos.