Gata do Daqui

Kate Winslet celebra mudanças dentro da indústria do cinema

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Eternizada no cinema por filmes como "Titanic", "O Leitor", que lhe rendeu um Oscar,  "Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças", Kate Winslet retorna à televisão para sua terceira protagonista em uma minissérie da HBO. Em "O Regime", ela é a ditadora furiosa e hipocondríaca de um país fictício, capaz de cometer atrocidades para ser adorada.

Em setembro, Winslet ela também volta aos cinemas como uma correspondente de guerra, na cinebiografia sobre Lee Miller. A artista inglesa, de 48 anos, se interessa por papéis de mulheres complexas.

A fama veio cedo com "Titanic", quando ela tinha apenas 21 anos e, como afirmou em entrevistas recentes, precisou conviver com pressões constantes em Hollywood. “Aprendi cedo que não há como forçar as pessoas a gostarem de você, é perda de tempo. Eu só tento ser uma pessoa decente”, afirma a loira, que atua há quase 30 anos.

Winslet cita o MeToo (um movimento contra o assédio sexual e a agressão sexual) como um divisor de águas para as mulheres na indústria cinematográfica. “A sociedade vem mudando. Agora as pessoas ouvem, e podemos contar nossas histórias. Podemos ser nós mesmas, e somos falhas também. Eu acho que é um momento muito interessante para ser atriz”, diz.
 

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