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Suspeito prega peça em jornalista ao ser questionado onde mora: 'Na minha casa'

Entrevista ao vivo durante o 'SBT Rio' ficou entre os assuntos mais comentados no Twitter

Modificado em 27/09/2024, 00:16

Suspeito prega peça em jornalista ao ser questionado onde mora: 'Na minha casa'

(Foto: Reprodução/ SBT Rio)

Uma entrevista ao vivo nesta quinta-feira, 28, fez o programa SBT Rioentrar para os assuntos mais comentados no Twitter.

O repórter Caio Alex pergunta ao suspeito de ter disparado tiros em área militar: "Você é da onde?" E o suspeito responde: "Eu sou da minha casa."

Mesmo assim, o repórter insiste: "Em qual localidade você mora?", ao que ouve: "Por que o senhor quer saber?"

Caio ainda tenta fazer mais algumas perguntas, mas o suspeito não dá mais informações sobre o ocorrido. No estúdio, a apresentadora Isabele Benito percebe que a entrevista tem potencial para viralizar.

"Eu sei que a gente vai ser compartilhado pelo Brasil inteiro neste momento", diz, em tom de brincadeira. "A gente que fez tanta coisa na vida, e será nesse momento que vamos ser compartilhados."

O delegado Marcelo Carregosa, comentarista do programa, também não conseguiu conter o riso.

Assista ao momento, compartilhado nas redes, e veja algumas reações:

Enquanto isso no Jornal do #SBTRio

Repórter: vc é da onde?

Suspeito: eu sou da minha casa.

Repórter: qual localidade vc mora?

Suspeito: pra que o senhor quer saber?

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK pic.twitter.com/R1Yhf3wxqu --- vini (@vini_cec) 28 de dezembro de 2017

ESSA REPORTAGEM DO #SBTRIO VAI VIRAR MEME KKKKKKKK

Repórter: de onde você é?

Suspeito: da minha casa.

Repórter: em qual localidade fica sua casa?

Suspeito: pra que você quer saber? pic.twitter.com/gjvfH7W1OB --- @WillScaglioni (13-2) (@WillScaglioni) 28 de dezembro de 2017

Um meme sendo criado ao vivo#SBTRio

-Num sei

-Na minha casa
--- Sr. Otário ♉ (@Aron_Nunes) 28 de dezembro de 2017

"Moro na minha casa", HAHAHAHAHA! Aaaah os brasileiros... #SBTRio --- Cacau dos Santos (@cacaudossantos) 28 de dezembro de 2017

#SBTRio Vou no popular... Deu mole eua gente não perdoa kkkk pic.twitter.com/J9kgEyZ4yP --- José Maurício (@__JoseMauricio) 28 de dezembro de 2017

Geral

Homem flagrado sem roupas com duas crianças em parque de Palmas é preso por suspeita de estupro

Caso aconteceu na região norte, no Parque Sussuapara. Suspeito teria atraído as crianças com doces e dinheiro, segundo a Polícia Civil.

Modificado em 27/02/2025, 15:40

Suspeito tem 57 anos e foi levado para a delegacia por policiais militares

Suspeito tem 57 anos e foi levado para a delegacia por policiais militares (Reprodução/TV Anhanguera)

Um homem de 57 anos flagrado sem roupas com duas crianças foi preso preso no fim da tarde desta quarta-feira (26). O caso aconteceu na região norte de Palmas, no Parque Sussuapara, e o suspeito foi autuado por estupro de vulnerável e exploração sexual de criança.

Ele foi encontrado por policiais militares com duas meninas de 8 e 10 anos e elas também estavam sem roupas. Para atrair as vítimas, ele teria oferecido dinheiro e doces.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), no registro da ocorrência foi identificado que uma das crianças já foi vítima de estupro. O inquérito policial corre sob sigilo e o primeiro caso aconteceu em circunstâncias diferentes do abuso sofrido pela vítima nesta quarta-feira. Também não se trata do mesmo suspeito, ressaltou a SSP.

Após o flagrante, o homem foi levado para a Central de Atendimento à Mulher, em Taquaralto. Depois dos procedimentos na delegacia, foi encaminhado à Unidade Penal de Palmas onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

As meninas, acompanhadas dos familiares, precisaram passar por exames periciais e atendimento no Serviço de Atenção Especializada às Pessoas em Situação de Violência Sexual (Savis).

O caso será investigado para a Delegacia Especializada de Proteção à Criança (DPCA).

Geral

Foragido da Justiça toma posse como vereador em Ceres

Em cerimônia individual que contou com a presença do presidente da Câmara, suspeito de integrar organização criminosa teve investidura no cargo realizada

Vereador em Ceres, Osvaldo Cabal (PL), é investigado por tráfico de drogas

Vereador em Ceres, Osvaldo Cabal (PL), é investigado por tráfico de drogas (Reprodução / Instagram)

O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu para investigar as circunstâncias da posse do vereador eleito Osvaldo José Seabra Júnior, conhecido como "Osvaldo Cabal" (PL), 39, na Câmara Municipal de Ceres, cidade a 180 km de Goiânia. Foragido da Justiça, o parlamentar tomou posse reservadamente na Casa fora da cerimônia oficial no dia 1º de janeiro.

A principal questão levantada pelo MPE é a situação de Cabal, que é alvo de um mandado de prisão preventiva expedido no âmbito da Operação Ephedra. A operação, conduzida pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), investiga um esquema de produção e distribuição de rebite --- um estimulante usado por caminhoneiros --- e outras drogas. O vereador é suspeito de integrar a organização criminosa, além de lavar dinheiro proveniente das atividades ilícitas.

Cabal tomou posse em uma cerimônia que contou apenas com a presença do presidente da Câmara, Glicério Júnior (DC), e um representante do departamento jurídico, o assessor Daniel Prados. Essa sessão reservada gerou questionamentos sobre a legalidade do ato.

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A Câmara de Ceres informou, por meio de nota, que a cerimônia que empossou os vereadores, prefeito e vice-prefeito eleitos ocorreu às 10h do dia 1º de janeiro, com a constatação da ausência de Cabal. Ainda no mesmo dia, às 15h58, porém, o parlamentar compareceu à Casa e foi dado posse ao vereador, em ato reservado.

À reportagem, o assessor jurídico da Casa presente na posse, afirma que o caso gera estranheza, mas não trata-se de algo "incomum", "proibido" ou "que tenha sido feito exclusivamente para ele". "A primeira vista causa estranheza mesmo, mas vou te falar que não é incomum", diz o assessor jurídico. "Na enorme maioria das cidades do Brasil, os regimentos internos preveem que aqueles que não compareçam à cerimônia de posse marcada, possam tomar a posse individualmente em período posterior. No caso de Ceres, em até 15 dias depois", afirmou Prados.

O regimento interno da Câmara de Ceres define que os vereadores eleitos que não comparecerem à sessão solene de instalação e posse poderão prestar compromisso e assumir o cargo em até quinze dias após a cerimônia. Entretanto, o prazo pode ser prorrogado se a ausência for justificada e aceita pela Câmara, considerando a "cessação do motivo impeditivo como novo marco inicial para contagem do período de posse".

Caso o vereador não tome posse dentro do prazo estipulado e a justificativa apresentada não seja considerada válida pela Câmara, o presidente deverá declarar o mandato extinto. Nesse cenário, o suplente da coligação ou partido será imediatamente convocado para assumir a vaga, garantindo o pleno funcionamento da Casa Legislativa.

"Um exemplo simples: suponhamos que um vereador tivesse ido para a posse às 10h da manhã e o carro dele tivesse quebrado, e ele não tivesse conseguido chegar a tempo, ele poderia vir tranquilamente depois e tomar posse. Ele tem esse direito", afirma Prados. "Ele apareceu, se valeu da prerrogativa que ele tinha. Precisava ser um ato pessoal. Nós não o faríamos se fosse por procuração", prossegue o assessor jurídico, acrescentando que "tem a impressão" de que Cabal foi orientado juridicamente sobre essa possibilidade de posse.

Apuração

O promotor eleitoral Pedro Furtado Schmitt Corrêa requisitou à presidência da Câmara de Ceres cópias das imagens das câmeras de segurança que possam ter registrado a entrada e permanência de Cabal no edifício. Também foi solicitado o registro do livro de posse e o regimento interno da Casa para averiguar se os procedimentos adotados foram compatíveis com as normas locais. Além disso, o MPE busca identificar quais pessoas estavam presentes no momento da posse.

Cabal teve a prisão preventiva decretada há quase um mês, após policiais encontrarem na sua residência um arsenal composto por pistolas e fuzis, além de suspeitas que o ligam à lavagem de dinheiro do tráfico de drogas. Na mesma operação, outras 23 pessoas também foram denunciadas por participação na quadrilha. Cabal foi eleito vereador pelo PL com 427 votos. A reportagem não conseguiu contato com a sua defesa até o fechamento desta edição.

O assessor jurídico da Câmara de Ceres afirma que todas as solicitações do MPE serão respondidas e garante que "tudo está ocorrendo com a maior transparência". Prados também diz que a Casa desconhecia oficialmente o antecedente criminal de Cabal e que, até então, não havia recebido qualquer solicitação formal de órgãos investigativos a respeito do caso.

A reportagem tentou contato com o presidente da Câmara, Glicério, mas foi informada por Prados de que ele não se manifestará sobre o assunto.

A reportagem conversou com parlamentares de Ceres, sob anonimato, que dizem que a fama de Cabal na cidade "não é das melhores" e que o seu perfil já era do conhecimento dos demais vereadores. Com a repercussão do caso, afirmam que a cidade e a Câmara estão vivendo um desgaste, uma vez que boa parte da população é "leiga" sobre o assunto.

Em 2010, um caso envolvendo Cabal ganhou destaque após uma operação da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc) desarticular uma quadrilha de traficantes que transportava drogas do Paraná para Goiás. Durante a ação, realizada na praça de pedágio de Céu Azul, policiais apreenderam 60,4 quilos de crack e 70,4 quilos de maconha em um fundo falso de uma caminhonete com placas de Goiânia.

Cabal, à época com 24 anos, foi preso por trabalhar como batedor para a caminhonete em um Corsa, com placa registrada em Ceres. Segundo a polícia informou na ocasião, o grupo, sofisticado em suas operações, monitorava as comunicações policiais e transportava até 200 quilos de crack por mês, movimentando milhões de reais no mercado do tráfico.

Geral

Jovem é preso com mais de 1kg de cocaína em mochila usada para entrega

Suspeito tem 22 anos e teria indicado aos policiais militares o local onde guardava a droga e materiais para mistura e comercialização do entorpecente

Modificado em 18/12/2024, 16:49

Material apreendido

Material apreendido (Polícia Militar/Divulgação)

Um motoboy, de 22 anos, estava com mais de 1kg de cocaína e produtos para mistura da droga dentro de uma mochila de entrega por aplicativo. Conforme divulgado pela Polícia Militar (PM), ele acabou preso nesta terça-feira (18) suspeito de tráfico de drogas em Palmas.

A PM afirmou que, após receber informações de que acontecia a venda de entorpecentes em uma residência na Quadra 303 Norte, encontrou o jovem em uma motocicleta Honda Pop 100, de cor branca, sem placa, em frente a um conjunto de quitinetes.

O JTo tenta identificar o suspeito para que a defesa possa se manifestar.

Segundo a corporação, o jovem tentou fugir da abordagem quando viu a viatura, mas, depois de preso, admitiu que armazenava a droga a pedido de um conhecido, que lhe teria pago para guardar os itens.

No local indicado pelo suspeito, os policiais militares disseram que encontraram um tablete de 1kg e 24g de substância análoga à cocaína; três pacotes de substância utilizada para mistura de cocaína, um total de 1 k e 200g, usada para aumentar o rendimento da droga; uma prensa hidráulica; um recipiente com cloridrato de lidocaína; uma caixa de luvas e um aparelho celular.

Geral

Vizinho pode ter atuado em chacina em Itapaci

Jovem de 22 anos é suspeito de participação na execução de 5 pessoas. Três dias após o crime ele foi morto em uma ação policial

Modificado em 19/09/2024, 01:06

Casa onde vítimas foram mortas. Executores usavam capuz

Casa onde vítimas foram mortas. Executores usavam capuz
 (Diomício Gomes)

GABRIELLA BRAGA

Um jovem de 22 anos, suspeito de envolvimento na chacina ocorrida em Itapaci, a cerca de 220 quilômetros de Goiânia, era vizinho da casa onde cinco pessoas foram mortas e conhecido da família. Ele teria ido à residência no mesmo dia, e chegou a ser ouvido pela Polícia Civil do Estado de Goiás (PC-GO) no dia seguinte ao crime, mas negou participação. Três dias após a chacina, ele foi morto durante ação da Polícia Militar do Estado de Goiás (PM-GO).

A ação policial ocorreu no sábado (26) após uma denúncia anônima apontar que um dos suspeitos estaria em fuga de Itapaci. Ele teria contado com a ajuda de um segundo rapaz, de 20 anos, que seria colega de facção. O ajudante teria partido em um VW Gol cinza de Rubiataba até Itapaci, passando por Nova Glória. Os dois teriam sido baleados ao reagirem à abordagem, em uma estrada próxima à GO-154.

De acordo com o delegado Marcus Cardoso, da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH), o jovem era investigado por envolvimento no crime, mas ainda não havia confirmação. Ele também não era um dos executantes. O segundo envolvido, que estaria ajudando na fuga, não teria participado da chacina. Ainda conforme o investigador, o rapaz morava a cerca de 200 metros da casa onde ocorreram os homicídios.

Uma das linhas de investigação é que a chacina tenha como motivação o tráfico de drogas e briga de facções. O estopim teria sido uma briga entre Marco Aurélio Vieira Gomes, de 22 anos, e o amigo E.N.P.V, de 18, junto a supostos envolvidos no tráfico de drogas local. A desavença teria ocorrido ainda no início deste mês, durante uma festa no município.

A informação foi repassada à polícia pelo próprio rapaz de 18 anos, que não estava na residência no momento do crime. Dentre os dois alvos principais, apenas Marco Aurélio foi morto. No depoimento, ele relatou que, no mesmo dia da briga, ambos foram ameaçados de morte. O jovem também informou os possíveis envolvidos na chacina.

Cardoso aponta ainda que pode haver outras motivações. "Só uma briga não justifica matar tantas pessoas", aponta. A investigação segue e, conforme o delegado, novos detalhes serão repassados apenas após novas diligências, que devem ser feitas ainda nesta semana.

Além de Marco Aurélio, cujo corpo foi localizado apenas no sábado (26), três dias após o crime, foram mortos a mãe do jovem de 18 anos, Cleide Neres Portes, de 35, e o companheiro dela, Elionai Luiz Valentim, de 40. Iasmin Vitória Alves dos Santos, de 14 anos, chegou a ser socorrida, mas não resistiu. Jean de Jesus dos Santos, de 28, era companheiro da filha de Cleide, G.P.V, de 14, e também foi morto. Já a adolescente ficou ferida e foi levada ao hospital.

Uma parente próxima de Cleide, que não será identificada por questões de segurança, conta que a familiar se mudou para uma residência localizada no Jardim Tropical I no início da semana passada, poucos dias antes do crime, ocorrido na quarta-feira (23). Cleide teria contado a ela que uma motocicleta preta estava rondando a antiga casa da família e, diante do receio, se mudaram para o local onde ocorreu o crime. A suspeita é que o jovem de 22 anos, morto pelos militares, estaria atuando como informante.

A mulher aponta ainda que é mentira a alegação de que o filho de Cleide tinha envolvimento com tráfico de drogas. O jovem suspeito morto na ação policial teria sido, inclusive, seu vizinho durante algum tempo. "Conheci ele quando ele tinha uns cinco anos. Morei muito tempo (como vizinha dele). Ele morava próximo da casa dela (Cleide). Era só descer a rua que chegava lá", conta.

Conforme a parente próxima, a família estava "no local errado e na hora errada". Ela aponta ainda que pedia para que os familiares se afastassem de Marco Aurélio, diante do histórico criminal dele. O rapaz havia recebido alvará de soltura em maio, sem uso de tornozeleira, e também já teria passagens na polícia por tráfico de drogas. "(Meus familiares) morreram só porque estavam no local."

Ela informa ainda que, durante o velório ocorrido na quinta-feira (24), um dia após o crime, familiares perceberam a presença de uma motocicleta preta rondando o local. E acredita que seria o mesmo veículo utilizado durante a ronda na antiga casa de Cleide. Agora, a família teme a situação e tenta voltar à normalidade. "Ficamos com medo porque é gente da pesada. (Estamos) pelejando para ver se vivemos de novo, mas está difícil", pontua. Para a familiar, o único consolo é a filha de Cleide ter se salvado.

Salva pela mãe

G.P.V, de 14 anos, teria sido salva pela própria mãe, que entrou em sua frente para evitar que ela fosse baleada. De acordo com a parente, Cleide teria levado 15 tiros. A adolescente ferida foi levada ao Hospital Estadual do Centro-Norte Goiano (HCN), em Uruaçu. Ela está grávida e não corre risco de vida. Era companheira de Jean, que é natural do estado do Maranhão.

Conforme as investigações, a chacina teria ocorrido após dois homens encapuzados invadirem a residência e atirarem contra todos. Marco Aurélio conseguiu fugir do local, mas o corpo foi localizado no sábado (26), em estado avançado de decomposição, a cerca de 300 metros. A suspeita é que ele tenha morrido no mesmo dia do crime, logo após a fuga.

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