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'Ninguém tem um vibrador?', diz Bruna Marquezine sobre estar solteira na pandemia

Atriz falou sobre como anda a sua vida amorosa em entrevista

Folhapress

Modificado em 24/09/2024, 00:15

A atriz Bruna Marquezine para campanha da marca de lingerie Intimissimi


A atriz Bruna Marquezine para campanha da marca de lingerie Intimissimi

 ( Divulgação)

Bruna Marquezine, 25, parece estar lidando bem com a solteirice durante os meses de pandemia e isolamento social. Em entrevista à revista Ela, do jornal O Globo, a atriz falou sobre sua vida amorosa e também sobre sexo.

"Sexo é a maior troca de energia entre seres humanos. Não transo só pelo prazer. Se for por isso, tem outras maneiras de se satisfazer sozinha. Não consigo banalizar", disse ela ao ser questionada sobre a falta de relacionamentos no período de quarentena.

Às pessoas que reclamam da falta de sexo por estarem solteiras, Bruna questionou: "Gente, estamos em 2020, ninguém tem um vibrador?". "Sei que é delicado falar, não gosto de ficar escancarando a minha vida sexual. Só consigo me relacionar com quem eu confio, admiro e conheço, pelo menos, um pouco. Mas não julgo. Cada um vive de acordo com as suas escolhas. Essa é a minha", completou.

Os dias de quarentena tem sido solitários, de acordo com ela, que preferiu não furar o isolamento para encontrar crushes. "Não ia ligar e falar: 'Oi, quero muito te ver, você pode fazer um teste e, depois do exame, ficar em casa até sair o resultado?'", afirmou.

A atriz ainda disse que está bem com a solteirice e que, hoje, não consegue se ver com alguém ---mas alertou que isso pode mudar da noite para o dia, caso alguém que a encante apareça.

Bruna, que é ex-namorada do jogador Neymar e, desde o fim do relacionamento, não assumiu namoro com ninguém, disse também que não sofre por ex. Mandar mensagem para antigos romances, então, é algo fora de cogitação para a atriz, que contou lidar bem com términos.

Fora da Globo desde o fim de seu contrato, Bruna vai estrelar, em 2021, uma nova série nacional da Netflix, "Maldivas", ao lado da amiga, cantora e ex-BBB Manu Gavassi.

Geral

Covid 5 anos: sequelas da pandemia seguem vivas

Em 26 de março de 2020, morria a primeira vítima do coronavírus em Goiás. Viúvo e filhas de Maria Lopes ainda choram a perda devido à doença que devastou centenas de milhares de famílias no Brasil

Irmãs Iara e Sandra celebram a vida de seu pai, Paulo Alves de Souza, 1º paciente do HCamp na pandemia (Wildes Barbosa / O Popular)

Irmãs Iara e Sandra celebram a vida de seu pai, Paulo Alves de Souza, 1º paciente do HCamp na pandemia (Wildes Barbosa / O Popular)

Cinco anos depois, ainda é difícil aos familiares de Maria Lopes de Souza recordar o momento de sua partida após a infecção pelo Sars-CoV-2, que por muito tempo foi chamado de "novo coronavírus", surgido na China. A técnica de enfermagem aposentada, então com 66 anos, moradora de Luziânia, município do Entorno do Distrito Federal, foi a primeira vítima fatal da Covid-19 em Goiás. Naquele 26 de março de 2020, o Brasil já registrava 76 mortes, mas ainda havia um cenário de incertezas. No Estado, as autoridades de saúde buscavam respostas para delinear a melhor forma de atendimento à população. A perplexidade pairava Brasil afora.

A assistente social Sandra de Souza, 46, filha caçula de Maria Lopes, busca na memória os dias que antecederam a morte da mãe. "Estávamos com muito medo, as escolas tinham parado de funcionar e nós orientamos nossos pais a ficarem isolados na fazenda, sem receber ninguém." No dia 13 de março, o Decreto 9.633/2020 definiu a situação de emergência na saúde pública em Goiás e a partir daí vieram sucessivos decretos determinando isolamentos. Sandra conta que no final da primeira quinzena de março a mãe foi a uma igreja. "Acreditamos que foi o local da contaminação, porque ela não saía de casa."

O mal-estar respiratório de Maria e do marido Paulo Alves de Souza, então com 72 anos, alertou os filhos. "Pensamos em pneumonia, mas estranhamos porque ficaram doentes juntos", relata Sandra. Levaram o casal a uma unidade de pronto atendimento (UPA), onde foi medicado. Como a febre de Maria não cedeu, ela se dirigiu a um hospital privado de Luziânia e o médico a encaminhou para a UPA do Jardim Ingá, por entender que a unidade pública estaria mais preparada para casos daquele vírus desconhecido. "Ela ficou na sala vermelha e lá não tinha tomografia. Minha irmã a levou para um hospital particular de Valparaíso e o exame deu sugestivo de Covid", lembra a filha.

Maria Lopes de Souza: vítima da doença e do negacionismo (Divulgação)

Maria Lopes de Souza: vítima da doença e do negacionismo (Divulgação)

"Foi aterrorizante. Cinco anos depois é difícil falar nisso. Enquanto tentávamos entender o que estava acontecendo, agarrados a qualquer fio de esperança, o que recebíamos era desinformação. Diziam que era exagero, que era só uma "gripezinha" e que o medo era infundado." Maria Lopes foi transferida para Goiânia e internada no Hospital de Doenças Tropicais (HDT), então a unidade referência para atender infectados pelo novo coronavírus. Ela morreu na madrugada do dia 26, um dia após a internação. As autoridades de saúde anunciaram o óbito ressaltando que se tratava de uma paciente com comorbidades.

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Ao saber da morte da mulher, Paulo começou a passar mal e foi levado para a UPA do Jardim Ingá e de lá para Goiânia, tornando-se o paciente inaugural do primeiro Hospital de Campanha (HCamp) para enfrentamento da nova doença, montado em 14 dias no antigo Hospital do Servidor Público, que nunca tinha funcionado. "Era tudo novo e foi muito sofrido para a família. As pessoas evitavam contato conosco. Não passavam na calçada de nossas casas. Até parentes tinham receio. Na época, eu não conseguia falar no assunto", lembra a filha. Paulo ficou internado por seis dias. Sua alta foi muito comemorada pelos servidores, mas psicologicamente o motorista aposentado estava devastado.

"Ele se recuperou rapidinho, mas ficou depressivo. Até hoje, quando toca no assunto, chora", afirma a filha. Paulo não ficou com sequelas da Covid-19 e, aos 77 anos, continua morando na propriedade rural da família. Ele e Maria tiveram três filhos (Iara, Luis Carlos e Sandra), nove netos e dois bisnetos. "Há cinco anos, a Covid-19 mudou o mundo. Para nós, é uma mudança que tem nome, tem rosto e tem ausência. Nossa mãe é uma das vítimas dessa doença que muitos insistiram em negar. A nossa perda não foi só um número. Foi um vazio que nunca mais se preencheu. O que dói não é só a perda, mas a maneira como tudo aconteceu. Além da dor de ver quem a gente ama partir, tivemos que enfrentar o peso da negação, do descaso e da mentira."

Para enfrentar o luto, Sandra decidiu homenagear a mãe criando dois perfis em redes sociais -- @oamorquefica -- que, juntos, somam 1 milhão de seguidores. Neles, além de amor, ela fala de ausência e de resiliência. "A dor persiste, a saudade sufoca e a revolta ainda arde. Nossa mãe não foi só uma estatística, foi amor, foi história e foi vida. Ela foi tirada de nós por um vírus e por um sistema que preferiu fechar os olhos para a verdade", enfatiza.

Relações desfeitas pelo vírus

Marcada pela dor, a história de Maria e Paulo Lopes de Souza, até então um anônimo casal de Luziânia, se soma a muitas outras que vieram depois. No dia 12 de março, data em que o Brasil registrou a primeira morte por Covid-19, o músico Roberto Célio Pereira da Silva, o Xexéu, vestiu uma camiseta com a inscrição "Cláudia-se" para uma de suas apresentações. Foi a forma que encontrou para homenagear a afilhada e amiga Cláudia Garcia, cantora que morreu aos 49 anos no dia 26 de fevereiro de 2021. "Hoje chorei muito", contou ao POPULAR. Cláudia foi aliada de Xexéu na criação do projeto Adote a Arte que forneceu alimentos e material de limpeza ao pessoal da cultura que ficou sem trabalho durante a pandemia.

O músico Xexéu mostra no celular a foto com a amiga e cantora Cláudia Vieira, vítima da Covid-19 em fevereiro de 2021 (Diomício Gomes / O Popular)

O músico Xexéu mostra no celular a foto com a amiga e cantora Cláudia Vieira, vítima da Covid-19 em fevereiro de 2021 (Diomício Gomes / O Popular)

Xexéu e a mulher Daniela foram contaminados. Ele chegou a ficar internado com 50% do pulmão comprometido e caiu em tristeza profunda após a morte de Cláudia Garcia. Mas não deixou seu propósito esmorecer. Mobilizou amigos e fez a diferença, assim como outros colegas do meio cultural, entre eles o músico Carlos Brandão e o artista circense Maneco Maracá, que também lideraram iniciativas semelhantes. "Estimo que 15 mil cestas tenham sido distribuídas pelo Adote a Arte no auge da pandemia e depois", afirma. Xexéu lembra ainda que os artistas foram uma espécie de agentes de saúde naquele período tenebroso. "As lives -- apresentações online -- salvaram muita gente da depressão."

Quase dez meses após Goiás ter sido apresentado oficialmente à pandemia e suas consequências sanitárias, econômicas e emocionais, a capital passou por um momento espinhoso. Aos 71 anos, o ex-governador Maguito Vilela morreu no dia 13 de janeiro de 2021 em decorrência das sequelas da Covid. Em agosto do ano anterior, o político havia perdido duas irmãs em Jataí para a doença. Maguito já estava internado quando foi eleito para administrar Goiânia com 52% dos votos no segundo turno das eleições de 2020. Tomou posse de forma virtual e se licenciou do cargo. A gestão da capital pelos quatro anos seguintes ficaria a cargo do vice, Rogério Cruz.

No tribunal

A técnica judiciária Ariony Chaves de Castro, responsável pelo centro de memória do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (TRT-GO), fez da dor uma catarse. Em outubro de 2020, ela viu a Covid levar a cunhada, o irmão, os sogros dele. Em 2021, perdeu a irmã. "O Tribunal ficou fechado, mas trabalhei todos os dias. Foi o período em que mais produzi.Em alguns dias, eu sentava no chão e chorava muito. Tinha muito medo de morrer e deixar meu filho, então com 16 anos. O que me salvou foi a minha fé."

Servidora do TRT, Ariony Chaves, que perdeu 5 pessoas da familia para a Covid, fez documentário sobre a pandemia no tribunal: “O que me salvou foi a minha fé” ( Wesley Costa / O Popular)

Servidora do TRT, Ariony Chaves, que perdeu 5 pessoas da familia para a Covid, fez documentário sobre a pandemia no tribunal: “O que me salvou foi a minha fé” ( Wesley Costa / O Popular)

Ariony produziu o documentário A Repercussão da Pandemia de Covid-19 no TRT-GO, em que mostra as providências para manter o serviço jurisdicional e depoimentos de servidores e magistrados atingidos pela doença. A produção foi exibida no Festival Internacional de Cinema Ambiental (Fica) e concorre este ano ao Prêmio CNJ do Poder Judiciário.

Foi em 2021 que foi registrado o maior número de óbitos pela doença, em razão da chegada da variante ômicron, uma mutação do coronavírus. O produtor Felipe Jorge Kopanakis acompanhou em Goiânia o sofrimento do pai de 81 anos, que ficou cinco dias intubado antes de morrer, em maio daquele ano. Ele vivia em Niterói (RJ) e colaborou na produção do filme Mulheres & Covid, assinado pela irmã Fernanda Kopanakis e Ivan de Angelis, uma parceria com a Fiocruz. Depois disso, se cadastrou na Associação de Vítimas e Familiares de Vítimas da Covid (Avico). "A Covid impactou todo mundo. Fui me aprofundando no tema e vejo que um dos grandes problemas da sociedade brasileira é esquecer o passado. Houve uma onda de desinformação e mentiras, precisamos lutar contra isso."

Membro de uma organização não governamental que atua com cinema e literatura em escolas públicas às margens dos rios Guaporé, Amazonas e Negro, na Amazônia, Jorge Kopanakis conta que após a pandemia só conseguiu voltar à região em 2024. "O impacto da Covid nessas comunidades distantes foi imenso. Já existe um isolamento natural porque não têm estradas. Para chegar a Manaus, é preciso pegar uma voadora (tipo de barco comum na Amazônia) e viajar 12 horas. Ninguém chegava e as pessoas foram morrendo. Teve um professor que morreu por falta de oxigênio." O produtor pretende se dedicar a um documentário sobre vacinação. "A taxa vacinal do País caiu. Estamos negando a ciência."

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Patrícia Ramos abre o jogo sobre a relação com o novo namorado

Modificado em 17/09/2024, 17:27

Patrícia Ramos abre o jogo sobre a relação com o novo namorado

(Reprodução Instagram)

A youtuber, influenciadora digital e apresentadora Patrícia Ramos, de 24 anos, resolveu interagir com os mais de 5 milhões de seguidores do Instagram.

Ao responder uma caixinha de perguntas, a gata revelou que o romance com Luiz Fernando, ex-jogador do Fluminense, começou após ele lhe enviar uma mensagem pela rede social. Os dois começaram então a conversar. Ele vive no Kuwait, país árabe no Golfo Pérsico, onde joga pelo Al-Tadamon e atualmente Patrícia está lá visitando o crush.

"Ele respondeu a um story meu e, por acaso, eu vi, em meio a centenas de mensagens que recebo toda hora. Eu respondi, começamos a conversar e umas três semanas após, ele foi para o Brasil, saímos para jantar e estamos juntos desde então", resumiu a gata.

O casal assumiu o relacionamento No Dia dos Namorados deste ano. Antes disso, ela teve uma relação conturbada com Diogo Vitório. O casamento acabou em agosto 2023. Pouco depois disso, Patrícia entrou com processo contra ex-marido por estelionato, perseguição e violência física, psicológica, moral e patrimonial.

(Reprodução Instagram)

(Reprodução Instagram)

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(Reprodução Instagram)

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Bruna Marquezine posta 1ª foto beijando João Guilherme

Modificado em 17/09/2024, 17:30

Bruna Marquezine posta 1ª foto beijando João Guilherme

(Reprodução Instagram)

Após meses de especulações, Bruna Marquezine surpreendeu seus seguidores ao compartilhar no Instagram, a primeira foto em que aparece beijando João Guilherme, em um momento íntimo do casal, reafirmando a relação entre eles.

A atriz, de 29 anos e o ator, de 22 anos, posaram para foto durante uma festa junina fora de época ao lado de Sasha Meneghel, melhor amiga de Bruna.

Na legenda da publicação, que exibe um carrossel de fotos, é possível ver Marquezine toda produzida para a festa temática, com direito a chapéu e vestido xadrez, a artista brincou: "A gente precisa normalizar festa junina todo mês", na legenda.

João Guilherme respondeu animado: "Sua festa junina é a 'meió' que tem. Perfeitas com os cachorros, perfeita", adicionando um emoji de coração.

(Reprodução Instagram)

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Gata do Daqui

Bruna Marquezine diz querer formar família

Modificado em 17/09/2024, 16:32

Bruna Marquezine diz querer formar família

(Reprodução Instagram)

A atriz Bruna Marquezine, de 28 anos, estourou internacionalmente depois de estrelar o filme "Besouro Azul" e também parece estar bem feliz em sua vida amorosa. Recentemente, a carioca e o ator João Guilherme Ávila, de 22 anos, assumiram estar vivendo um affair.

Em recente entrevista à revista Elle da Espanha, a artista contou seu desejo para o futuro:

"No âmbito pessoal desejo construir uma família, viver uma paixão transbordante e um amor sereno, ter filhos e uma fazenda... Tenho fé na instituição fracassada do casamento".

"Hoje em dia parte dessa fama está ligada às redes sociais. O que você pensaria se amanhã, num passe de mágica, a Internet deixasse de existir? Quando penso na fazenda que quero penso em construir um bunker, um abrigo onde pudesse reunir minha família e meus melhores amigos caso ocorresse uma tragédia", continuou Marquezine à publicação.

Os atores foram vistos trocando carinhos em público e embora não tenham falado abertamente sobre o romance, até o pai de João Guilherme, o cantor Leonardo, apareceu em entrevistas chamando Marquezine de "nora".

(Reprodução Instagram)

(Divulgação Puma)