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Com quatro times, Goianão de Basquete começa com jogos em Anápolis

Competição será disputada no formato de turno e returno para definição dos confrontos das semifinais

Modificado em 24/09/2024, 00:14

William Mendes (E) e Breno Pinheiro (D) são diretor e técnico do Vila Nova/AEGB

William Mendes (E) e Breno Pinheiro (D) são diretor e técnico do Vila Nova/AEGB (Douglas Monteiro / Vila Nova)

Com dois favoritos, o Campeonato Goiano de Basquete começa nesta sexta-feira (20), em Anápolis, no ginásio Newton de Faria. Vila Nova/AEGB e Vultures Anápolis, as principais forças, vão disputar a competição com o tradicional Goiânia e o Retorno Basquete Goiás. Todos os jogos serão disputados com portões fechados, por causa da pandemia da Covid-19.

Será a primeira competição do Vila Nova/AEGB, desde o retorno do time colorado ao basquete. O Tigre volta a ter uma equipe na modalidade, em que foi campeão Brasileiro (1973) e Sul-Americano (1974). "Nossa equipe e comissão técnica já está inserida nessa cobrança. Não tem como fugir desse peso de ter sido campeão brasileiro, sul-americano e 3º no Mundial (1974), além da camisa. A marca do Vila Nova é forte. Será um campeonato onde vamos avaliar o elenco, mas lutaremos pelo título", comentou o diretor de Esportes Olímpicos do clube colorado, Willian Mendes.

Um dos objetivos do projeto do Vila Nova é de ajudar no resgate do torcedor goiano pelo basquete. "Queremos trazer de volta a paixão do torcedor pelo basquete, a última passagem significativa foi com o Universo Ajax. Creio que será possível atrair novos torcedores. Nossa equipe é jovem, mas demonstra raça, está focada em desempenhar um bom papel pelo Vila Nova. Posso destacar que a pegada defensiva será um dos pontos fortes do time", frisou o técnico colorado, Breno Pinheiro.

O Vila Nova/AEGB pretende utilizar o Campeonato Goiano como parte da preparação para o Campeonato Brasileiro, com previsão de início para o dia 13 de fevereiro de 2021. Outro representante goiano será o Vultures Anápolis, que tem como foco vencer o Goiano e atrair parceiros de olho no torneio nacional.

"Vamos jogar o Goiano com uma base (de time) que jogará o Nacional. Estamos acelerando o processo para fechar parcerias, aguardamos respostas de outros parceiros, mas o foco é conseguir ser campeão do Goiano para que isso atraia mais parcerias que ajudem o processo de reestruturação do projeto, que tem como principal meta fazer um grande Brasilerio", comentou Murilo Neves, presidente do Vultures Anápolis.

A 1ª rodada do Goiano de Basquete será disputada com dois jogos: Retorno Basquete Goiás x Vila Nova/AEGB e Vultures Anápolis x Goiânia. Confira a tabela completa no site do Jornal O Popular.

Confira a tabela completa do Campeonato Goiano de Basquete: 1ª rodada (sexta-feira, 20, Ginásio Carlos de Pina)
20h: Retorno Basquete Goiás x Vila Nova/AEGB
21h30: Vultures x Goiânia

2ª rodada (sábado, 21, Ginásio Carlos de Pina)
15h: Goiânia x Vila Nova/AEGB
16h30: Vultures x Retorno Basquete Goiás

3ª rodada (domingo, 22, Ginásio Carlos de Pina)
10h: Goiânia x Retorno Basquete Goiás
11h: Vultures x Vila Nova/AEGB

4ª rodada (sexta-feira, 27, local a ser confirmado)
20h: Vila Nova/AEGB x Retorno Basquete Goiás
21h30: Goiânia x Vultures

5ª rodada (sábado, 28, local a ser confirmado)
15h: Vila Nova/AEGB x Goiânia
16h30: Retorno Basquete Goiás x Vultures

6ª rodada (domingo, 29, local a ser confirmado)
10h: Retorno Basquete Goiás x Goiânia
11h: Vila Nova/AEGB x Vultures

Semifinais (5 de dezembro, local a ser confirmado)
15h: 2º colocado x 3º colocado
16h30: 1º colocado x 4º colocado

Finais (6 de dezembro, local a ser confirmado)
10h: Disputa pelo 3º lugar
11h: Decisão do Goianão

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Morre Chico Frazão, ex-jogador e ex-treinador do Goiânia, Vila Nova e Atlético-GO

Frazão formou uma dupla de meio-campo bastante elogiada, por torcedores do Goiânia, ao lado de Silvinho

Modificado em 20/03/2025, 12:20

Chico Frazão marcou época como meio-campista no futebol goiano dos anos 1960 e 1970 (Reprodução/Redes Sociais)

Chico Frazão marcou época como meio-campista no futebol goiano dos anos 1960 e 1970 (Reprodução/Redes Sociais)

O ex-jogador e treinador Chico Frazão morreu aos 79 anos, vítima de uma parada cardiorespiratória na madrugada desta quinta-feira (20), em Goiânia. Frazão foi um dos grandes jogadores da história do futebol goiano dos anos 1960 e 1970.

Chico Frazão era natural de Crato, cidade localizada no cariri cearense, e foi criado em Goiânia, onde morou no antigo bairro Popular nas imediações do Estádio Olímpico Pedro Ludovico Teixeira. Além de Chico, os seus irmãos Eusevir e Luiz Frazão foram jogadores de futebol e fizeram história no futebol goiano.

Como meio-campista defendeu a dupla "Go-Go", Goiânia (1965-1972) e Goiás (1973), tendo sido campeão goiano de 1968 com a camisa do Galo Carijó. Pelo Goiânia, Chico Frazão formou uma dupla de meio-campo bastante elogiada, por jornalistas e torcedores, ao lado de Silvinho. Já no Goiás, Chico jogou ao lado de nomes como Macalé, Lincoln "o Leão da Serra" e Matinha.

Após pendurar as chuteiras, Chico Frazão se tornou treinador e trabalhou no Atlético-GO, Vila Nova e Goiânia. Inclusive, como técnico do Galo Carijó comandou o seu irmão Luiz Frazão.

O velório de Chico Frazão acontece nesta quinta-feira (20) no Cemitério Parque Memorial de Goiânia e o sepultamento será às 14h.

Chico Frazão foi campeão goiano de 1968 com a camisa do Goiânia (Arquivo pessoal/Chico Frazão)

Chico Frazão foi campeão goiano de 1968 com a camisa do Goiânia (Arquivo pessoal/Chico Frazão)

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Vila Nova empata com o Goiás e vai à final do Goianão contra o Anápolis

Tigre havia vencido o jogo de ida por 1 a 0 e se classificou, no Serra Dourada, para a decisão do Estadual. Clube vai decidir a final em casa

Modificado em 16/03/2025, 19:44

Lance de Vila Nova x Goiás no Serra Dourada

Lance de Vila Nova x Goiás no Serra Dourada (Wesley Costa / O Popular)

Vila Nova e Goiás empataram por 0 a 0 neste domingo (16), no estádio Serra Dourada, e o Tigre se classificou para enfrentar o Anápolis na final do Campeonato Goiano. O clube colorado tinha a vantagem de avançar com a igualdade por ter vencido o jogo de ida por 1 a 0 há uma semana, na Serrinha. O Vila vai decidir o Estadual em casa - será o mandante no segundo jogo. A partida de ida será no Estádio Jonas Duarte, em Anápolis.

O Vila Nova terá a chance de encerrar o jejum de título do Goianão, que foi conquistado pela última vez pelo clube há 20 anos, em 2005. O Anápolis também vive jejum desde o seu primeiro e único título. Há 60 anos, conseguiu sua única taça do Estadual, em 1965.

Será a segunda final direta entre Vila Nova e Anápolis na história do Estadual, 30 anos depois da primeira.

Em 1995, o Vila Nova foi campeão ao vencer o Anápolis por 2 a 1 no tempo regulamentar e por 1 a 0 na prorrogação, no dia 13 de agosto, no Serra Dourada. O Galo da Comarca venceu na ida, por 1 a 0, mas o Tigre virou a situação em casa. Fez 2 a 1 e levou a final para a prorrogação, definida com golaço de falta do meia Gilvan.

O jogo que marcou a conquista do título que o Anápolis tem do Goianão, em 1965, foi uma vitória do tricolor sobre o Vila Nova por 3 a 2, mas não foi uma final direta. A partida, disputada no dia 28 de novembro, no estádio Jonas Duarte, foi pela penúltima rodada em um sistema de disputa por pontos corridos.

Mando de campo

O mando de campo no jogo da volta da final do Goianão será do Vila Nova porque o clube tem a melhor campanha somadas todas as fases - somou 30 pontos contra 29 do Anápolis. O clube não informou se vai jogar no Serra Dourada, mas a tendência é atuar no estádio.

Com o empate, o Vila Nova amplia invencibilidade atual sobre o Goiás. Não perde para o rival há oito jogos - cinco vitórias e três empates.

O público da volta da semifinal não foi o esperado pelo Vila Nova e ficou bem abaixo dos "40 mil" pedidos em campanha do presidente do clube, Hugo Jorge Bravo, que qeria a torcida ocupasse a lotação máxima de mais de 38 mil lugares. O público registrado neste domingo (16) foi de 25.105 pagantes e 26.261 presentes.

Como foi a partida

O Goiás começou melhor o jogo. Aos 10 minutos, exigiu defesa de Halls. Após cruzamento de Pedrinho da esquerda, Arthur Caíke cabeceou para a defesa do goleiro vilanovense no canto baixo direito. O Goiás pediu pênalti no lance de Elias em Esli Garcia, mas a arbitragem não entendeu como falta.

Halls foi testado novamente e fez defesa dificílima aos 14 minutos. Juninho cruzou da esquerda e Esli Garcia finalizou, mas, ao estilo goleiro de handebol, Halls saiu na bola e defendeu.

O Vila Nova arriscou pela primeira vez em um chute de longe, após João Vieira pegar sobra em lance originado pela direita. A finalização foi por cima do gol de Tadeu. Aos 34, Halls fez nova intervenção no chute de Pedrinho.

O jogo perdeu em intensidade e movimentação. O Goiás perdeu Esli Garcia, que levou a pior em lance com João Vieira. Régis entrou.

A última chance da etapa, marcada pela chuva fina persistente, foi o mergulho de Júnior Todinho pra tentar finalizar após cruzamento da direita, mas o atacante não conseguiu atingir a bola.

O Tigre trocou dois terços do seu ataque para o segundo tempo: saíram Todinho e Vinícius Paiva e entraram Jean Mota e Gabriel Silva. O Goiás teve chance boa com Pedrinho aos 11 e esperou até os 14 minutos para fazer o mesmo e trocar seu poder ofensivo com a entrada de Zé Hugo e Edu e saída de Welliton Matheus e Arthur Caíke.

Lucas Lovat assustou o Vila Nova aos 28 minutos, quando bateu uma falta da intermediária direto para o gol, com força. Halls saltou para uma defesa espetacular.

Aos 38, Messias tentou de cabeça, após cobrança de escanteio, mas a bola foi para fora, do lado esquerdo do gol de Halls.

Aos 41, o Goiás reclamou de um lance entre William Formiga e Edu na área vilanovense. O clube esmeraldino queria pênalti do lateral esquerdo do Vila em seu atacante.

No lance seguinte, Gabriel Silva teve a melhor chance do jogo para o Vila Nova e chutou, na saída do goleiro Tadeu, que fez a defesa.

FICHA TÉCNICA

Jogo: Vila Nova x Goiás
Data: 15/3/2025
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)

Árbitro: Wilton Sampaio
Assistentes: André Severo e Jonny Kamenach
VAR: João Paulo Cunha

Vila Nova: Halls; Elias, Bernardo Schappo, Tiago Pagnussat e Willian Formiga; João Vieira, Arilson (Paulinho) e Diego Torres (Igor Henrique); Júnior Todinho (Jean Mota), Gabriel Poveda (Walisson Maia) e Vinicius Paiva (Gabriel Silva). Técnico: Rafael Lacerda

Goiás: Tadeu; Willean Lepo, Lucas Ribeiro, Messias e Lucas Lovat; Marcão (Vitinho), Juninho e Esli Garcia (Régis); Welliton Matheus (Zé Hugo), Arthur Caíke (Edu) e Pedrinho (Edson Carioca). Técnico: Jair Ventura

Público: 25.105 pagantes, 26.261 presentes

Renda: R$ 644.420,00

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De virada, Goiânia vence o Vila Nova e derruba invencibilidade do rival

Galo deixa a zona de rebaixamento, e Tigre cai para a vice-liderança do Estadual

Lance do clássico entre Goiânia e Vila Nova, no Serra Dourada

Lance do clássico entre Goiânia e Vila Nova, no Serra Dourada (Wesley Costa / O Popular)

De virada, o Goiânia surpreendeu o Vila Nova em clássico disputado no Serra Dourada. Na noite desta quarta-feira (5), pela 7ª rodada do Goianão, o Tigre largou na frente, mas sofreu a virada, perdeu por 3 a 1 e viu a invencibilidade cair na temporada. O Galo, por sua vez, deixou momentaneamente a zona de rebaixamento.

O Vila Nova abriu o placar ainda no 1º tempo, com gol de Bernardo Schappo. No 2º tempo, o treinador estreante Wiliam Campos colocou em campo Sávio e Zotti, e ambos balançaram as redes. Wandinho completou para o Goiânia.

Com esse resultado, o Vila Nova caiu para a vice-liderança, com 14 pontos, ao ser ultrapassado pelo Anápolis no saldo de gols. O time volta a entrar em campo no próximo sábado (8), às 16 horas, fora de casa contra a Abecat.

Já o Goiânia pulou para 9º lugar, com sete pontos, e vai visitar o Inhumas na próxima rodada, no domingo (9), às 15h30.

O jogo

O Goiânia, pressionado pela ameaça do rebaixamento, tomou as primeiras iniciativas da partida, mas o Vila Nova começou a reagir nos contra-ataques. Aos oito minutos, Vinicius Paiva tentou um cruzamento na área, a bola encobriu o goleiro Felipe Mosquete e passou perto da trave.

Foi um 1º tempo de poucas chances. Na bola parada, o Tigre abriu o placar. Na marca dos 37 minutos, Diego Torres cobrou escanteio e Bernardo Schappo desviou de cabeça para balançar as redes no clássico. A equipe visitante foi para o intervalo com a vantagem, mas isso não durou muito.

Logo na primeira volta do relógio no 2º tempo, Walisson Maia tentou cortar cruzamento na área com a perna direita, mas a bola bateu também no braço do zagueiro. Sávio, que havia acabado de entrar, assumiu a responsabilidade e deslocou Kozlinski na cobrança de pênalti.

O confronto ficou agitado, e o Goiânia se empolgou. Aos 15, Wandinho cobrou falta direto para o gol e Kozlinski espalmou para a linha de fundo. Após o escanteio, Zotti pegou sobra de fora da área, emendou de primeira e mandou no cantinho, sem chances para o goleiro do Vila Nova.

Aos 23, o Goiânia ampliou. Zotti aproveitou cruzamento na área, foi bloqueado e, no bate-rebate, Wandinho ficou de cara com Kozlinski e bateu rasteiro para marcar o terceiro do Galo.

Dois minutos depois, o Vila Nova quase diminuiu o prejuízo em duas oportunidades consecutivas. Willian Formiga cabeceou no travessão e o Tigre seguiu com a posse. Na sequência, Gabriel Poveda cabeceou e Felipe Mosquete fez grande defesa, embora o assistente tenha apontado impedimento nesta segunda finalização.

Aos 33, Diego Torres fez belíssima cobrança de falta direto para o gol, mas a defesa de mão trocada de Felipe Mosquete foi melhor ainda. Aos 35, Bernardo Schappo desviou lançamento de cabeça e a bola passou por cima da meta. O Vila Nova seguiu tentando, mas o Goiânia se segurou bem e derrubou a invencibilidade do rival.

FICHA TÉCNICA

7ª rodada do Goianão

Jogo: Goiânia 3x1 Vila Nova
Data: 05/02/25
Horário: 19h30
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)

Árbitro: Breno Souza
Assistentes: Paulo César Almeida e Lucas Passaglia
VAR: Victor Lucas

Goiânia: Felipe Mosquete; Jackson (Vital), Almeida, Kauan e Isaac; Vinicius, Alex (Hebert) e Patrick (Zotti); Wandinho (Adriel), Flávio e Marcelinho Jr (Sávio). Técnico: Wiliam Campos.

Vila Nova: Kozlinski; Elias (Marcos Rondon), Walisson Maia, Bernardo Schappo e Willian Formiga; João Vieira, Arilson (Facundo Labandeira) e Diego Torres; Gustavo Pajé (Caixeta), Gabriel Poveda e Vinicius Paiva (Lucas Gabriel). Técnico: Rafael Lacerda.

Gols: Bernardo Schappo, aos 37' do 1ºT (Vila Nova); Sávio, aos 4' do 2ºT (Goiânia); Zotti, aos 15' do 2ºT (Goiânia); Wandinho, aos 23' do 2ºT (Goiânia)

Cartões amarelos: Marcelinho Jr, Felipe Mosquete e Zotti (Goiânia); Elias (Vila Nova)

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Em clássico polêmico, Vila Nova vence Goiás no Serra Dourada

Pênalti que decidiu a partida foi marcado em campo, e árbitro manteve penalidade após revisão no VAR

Modificado em 02/02/2025, 20:29

Gabriel Poveda cobra pênalti em Tadeu (Fábio Lima / O Popular)

Gabriel Poveda cobra pênalti em Tadeu (Fábio Lima / O Popular)

A volta do clássico ao Estádio Serra Dourada foi marcada por muita polêmica no lance mais importante e que resultou no único gol marcado pelo Vila Nova na vitória sobre o Goiás por 1 a 0, neste domingo (2). O time vilanovense ganhou com o gol marcado de pênalti convertido pelo atacante Gabriel Poveda, aos 45 minutos do primeiro tempo.

O Tigre segue na liderança do Campeonato Goiano, com 14 pontos, à frente do Anápolis (11 pontos), agora vice-líder. O Goiás é 3º colocado, com 10 pontos.

O jogo na prinicipal praça esportiva goiana teve 26.314 torcedores pagantes - no total, 28.213 pessoas em partida com torcida única, a vilanovense.

Na jogada que decidiu o clássico, o argentino Diego Torres caiu na área, marcado pelo zagueiro Lucas Ribeiro. O árbitro Anderson Gonçalves teve a convicção para marcar a infração aos 39 minutos. Chamado pelo VAR, analisou o lance e voltou para confirmar a decisão dele diante da reclamação do esmeraldinos.

Anderson Gonçalves revê lance em que marcou pênalti para o Vila Nova no primeiro tempo (Fábio Lima / O Popular)

Anderson Gonçalves revê lance em que marcou pênalti para o Vila Nova no primeiro tempo (Fábio Lima / O Popular)

O alvirrubro vence o segundo clássico no Estadual - antes, bateu por 3 a 1 o Atlético-GO.

No primeiro clássico deste ano no Estádio Serra Dourada, muita tensão, nervosismo e princípio de confusão em alguns lances mais duros. Além disso, as duas equipes pressionaram bastante o árbitro Anderson Gonçalves, que teve dificuldades para conter os jogadores colorados e esmeraldinos.

Por duas vezes, os atletas trocaram empurrões no primeiro tempo, como numa jogada lateral em que Diego Torres e Régis se estranharam - no lance, os laterais Lucas Lovat e Elias receberam cartões amarelos.

Antes, Igor Henrique (Vila Nova) e Edson Carioca (Goiás) haviam recebido cartões. Como os ânimos estavam acirrados em campo, o clássico parecia não ter o rumo esperado, ou seja, de boas jogadas, competitividade e bom nível técnico. Não foi assim.

Mandante no jogo, o Vila Nova foi empurrado pelos torcedores, o que costuma ser um combustível a mais. Como era torcida única, a galera vilanovense turbinou a equipe. Cada lance em que um jogador do Vila afastava a bola ou dava uma peitada sobre o adversário era motivo para levantar a torcida do Tigre.

Primeiro tempo

O primeiro tempo foi pobre em jogadas ofensivas. Os goleiros não fizeram defesas que chamassem atenção. Gabriel Poveda subiu mais alto após escanteio e cabeceou por cima. No Goiás, os laterais Willean Lepo e Lucas Lovat arriscavam cruzamentos sobre o área adversária.

Equilibrado, o clássico começou a ficar tenso e gerou a principal confusão, quando o Vila Nova aproveitou o contra-ataque, após escanteio do alviverde.

Emerson Urso se aproveitou do erro do zagueiro Lucas Ribeiro no meio-campo, arrancou e fez um lançamento para Gabriel Poveda. O atacante tocou rasteiro. No meio da área. Diego Torres e Lucas Ribeiro chegaram juntos. O vilanovense se antecipou, caiu e o árbitro marcou o pênalti aos 36 minutos.

Lance em que árbitro marcou pênalti de Lucas Ribeiro em Diego Torres (Fábio Lima / O Popular)

Lance em que árbitro marcou pênalti de Lucas Ribeiro em Diego Torres (Fábio Lima / O Popular)

Houve muita reclamação do Goiás, como era de se esperar. Anderson Gonçalves foi analisar o lance no VAR aos 40 minutos e esperou até os 43 minutos para confirmar a penalidade. Foram necessários nove minutos, entre a origem e a cobrança da bola parada, para o Vila Nova abrir o placar no clássico.

Gabriel Poveda bateu rasteiro, no canto - Vila Nova 1 a 0, aos 45 minutos.

Segundo tempo

O panorama do clássico não se alterou no segundo tempo. Sobrou vontade nos dois lados, é verdade. Mas faltou bom futebol.

O Vila Nova usou bem a vantagem de um gol no jogo para assegurar a vitória. O Goiás não conseguiu se encontrar.

O alviverde ainda carece de um armador para acionar os três atacantes que são utilizados pelo técnico Jair Ventura.

Nas melhores chances do alviverde, Arthur Caike chutor forte para fora e, num cruzamento, Bruno Herculano chegou atrasado. Os vilanovenses poucas vezes atacaram, mas mostraram valentia para garantir o resultado.

FICHA TÉCNICA

Vila Nova 1 x 0 Goiás

6ª rodada do Campeonato Goiano

Local: Estádio Serra Dourada (Goiânia-GO)

Árbitro: Anderson Gonçalves

Assistentes: Bruno Pires (Fifa) e André Severo

VAR: João Paulo Cunha

Vila Nova: Kozlinski; Elias, Wallison Maia, Bernardo Schappo, Willian Formiga; Arilson, João Vieira (Igor Inocêncio), Igor Henrique (Vinícius Paiva); Diego Torres (Ralf), Gabriel Poveda (Bruno Mendes), Emerson Urso (Facundo Labandeira). Técnico: Rafael Lacerda

Goiás: Tadeu; Willean Lepo, Messias, Lucas Ribeiro, Lucas Lovat (DG); Marcão (Rodrigo Andrade), Rafael Gava, Régis (Esli Garcia); Arthur Caike (Bruno Herculano), Facundo Barceló, Edson Carioca (Pedrinho). Técnico: Jair Ventura

Gols: Gabriel Poveda (pênalti) aos 45 minutos do 1º tempo

Público: 26.314 pagantes / 28.213 presentes

Renda: R$ 615.090,00