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Mulher que raptou bebê da amiga para pedir doações é condenada pela Justiça

A sentença é de 4 anos e 8 meses de prisão em regime fechado, além de multa

Modificado em 19/09/2024, 00:28

Mulher é suspeita de ter sequestrada filha de amiga

Mulher é suspeita de ter sequestrada filha de amiga (reprodução)

A Justiça condenou uma mulher por raptar a bebê da amiga, em Santa Maria (DF), e usar a criança para pedir doações na cidade de Luziânia (GO). A sentença é de 4 anos e 8 meses de prisão em regime fechado, além de multa.

O caso ocorreu em 9 de setembro do ano passado e a mulher tinha 26 anos na época do crime. De acordo com o processo, ela era amiga da mãe da criança e morava no mesmo lote que a mulher e a filha. No dia do sequestro, pediu para ir com a bebê até uma loja de celulares. O passeio deveria durar 30 minutos, mas a jovem não retornou.

Segundo as investigações, a mulher começou a percorrer locais com a menina, ora dizendo tratar-se de sua filha e outras vezes falando que a criança era de sua irmã. Depois, levou a bebê até a cidade de Luziânia, onde passou a pedir doações aos moradores.

Ao perceber o sequestro, a mãe da criança acionou a polícia e pediu ajuda nas redes sociais para localizar a filha e a amiga. Por três dias, a suspeita e a criança desapareceram até serem identificadas. A menina foi encontrada "muito maltratada, suja, assada, com picadas de mosquito e com as mesmas roupas", segundo o processo.

Na decisão, o juiz afirmou que "não há espaço para dúvidas quanto à materialidade e autoria dos fatos". Na visão do magistrado, a acusada confessou ter subtraído a criança, com fim de colocá-la em lar substituto.

Foi considerado, também, que o crime envolveu situação de maus-tratos contra a criança. Isso porque, a bebê estava em fase de amamentação, mas foi forçada a se alimentar com leite de vaca vencido e comida estragada. O magistrado afirmou que a mulher "arriscou a vida e a integridade física" da bebê.

Por esse motivo, embora a decisão seja em 1ª instância, a mulher não poderá recorrer em liberdade.

IcEconomia

Loterias

Mega-Sena: Três apostas de Goiás acertam cinco números e levam juntas mais de R$ 150 mil

Cidades onde os prêmios foram sorteados são Luziânia, Quirinópolis e São Luís de Montes Belos

Números sorteados foram: 13 – 22 – 38 – 46 – 51 – 56

Números sorteados foram: 13 – 22 – 38 – 46 – 51 – 56 (Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

A Caixa Econômica Federal divulgou o resultado do concurso 2829, que consta três apostas ganhadoras que tiveram cinco acertos em Goiás. As cidades onde o prêmio foi sorteado são Luziânia, Quirinópolis e São Luís de Montes Belos. As apostas simples com cota única foram registradas nas lotéricas: Central da Sorte, Brasil Loterias e Casa Lotérica São Luiz. Juntas, somam R$ 157.154,46, sendo que cada uma faturou o valor de R$ 52.384,82.

Os números sorteados foram: 13 - 22 - 38 - 46 - 51 - 56

O sorteio foi realizado neste sábado (15) e não houve ganhadores que acertaram os seis números. O prêmio acumulou e a estimativa é que no próximo concurso, previsto para essa terça-feira (18), o prêmio chegue a R$ 90.000.000,00. Ao todo, no país, 90 ganhadores foram sorteados com prêmio de R$ 52.384,82, sendo três no estado de Goiás.

Além disso, 6.377 apostas ganharam prêmio de R$ 1.056,16 porque tiveram quatro acertos.

Como apostar

Recebe a premiação máxima da Mega-Sena quem acertar os 6 números sorteados. Também é possível ganhar prêmios acertando quatro ou cinco números. Os sorteios são feitos três vezes na semana: às terças, quintas e sábados, a partir das 20h.

As apostas custam a partir de R$ 5, dependendo da quantidade de números apostados, e podem ser feitas até as 19h, horário de Brasília. Também é possível apostar pelo site ou aplicativo da Caixa Econômica Federal.

O apostador também pode deixar que a Caixa escolha os números, por meio da modalidade Surpresinha, ou apostar os mesmos números por até oito concursos, na modalidade Teimosinha.

Como receber o prêmio

De acordo com a Caixa Econômica Federal, os prêmios superiores a R$ 2 mil só podem ser recebidos em suas agências bancárias, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e recibo de aposta original e premiado.

Já os valores iguais ou acima de R$ 10 mil são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis a partir da respectiva apresentação em agência da Caixa. Outros valores podem ser recebidos em qualquer lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.

Geral

Tráfico ficava com dinheiro de farmácia popular

Investigação começou com a prisão de dois suspeitos de levar drogas a um ex-candidato a vereador

Modificado em 20/02/2025, 06:36

Polícia Federal deflagra operação contra suposta organização criminosa

Polícia Federal deflagra operação contra suposta organização criminosa (Divulgação/PF)

A Polícia Federal (PF) cumpriu mandados de prisão, busca e apreensão contra suposta organização criminosa, na manhã de quinta-feira (13), em Goiás, Paraíba, Mato Grosso, Acre e Minas Gerais. O grupo é suspeito de tráfico internacional de drogas e por fraudes no Programa Farmácia Popular do Governo Federal para financiamento da prática criminal. De acordo com a polícia, a investigação teve início com a prisão de dois suspeitos de transportar drogas destinadas a um traficante da região, que teria sido candidato a vereador, em 2024.

Como o nome do político e nem dos demais suspeitos não foram divulgados, a reportagem conseguiu localizar as defesas deles até a última atualização desta reportagem.

O grupo é suspeito de financiar o tráfico de drogas com dinheiro do programa de distribuição de remédios do governo federal. A polícia explica que os criminosos adquiriram farmácias com registros baixados, mas cadastradas no Farmácia Popular, e fraudaram as notas fiscias, além de dados roubados de consumidores.

Ao todo, conforme a polícia, são cumpridos 106 ordens judiciais, a maioria delas em Goiás, por meio da deflagração da Operação Arthron. São cumpridos ainda 28 medidas restritivas de direitos e sequestro de bens móveis e imóveis. O valor chega aos R$ 39 milhões. Para essa ação, a corporação mobilizou 120 policiais federais.

A polícia ressaltou que dois homens foram presos, em 2022, com grande quantidade de cocaína que seria entregue em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. De acordo com a PF, os entorpecentes eram trazidos, principalmente, da Bolívia, Colômbia e do Peru. No entorno, as drogas eram revendidas a traficantes do entorno Sul do Distrito Federal, que possuiriam vínculos com facções criminosas de repercussão nacional.

Como funcionava as fraudes na Farmácia Popular

Segundo a PF, as fraudes no Programa Farmácia Popular do Brasil (PFPB), que distribui medicamentos gratuitos na rede privada de farmácias, repassadas pelo governo, pelo grupo ocorriam da seguinte maneira:

  • Os investigados adquiriam farmácias regularmente cadastradas no PFPB, mas que já tinham sido baixadas na Receita Federal.
  • Realizavam alterações societárias, muitas vezes vinculando Pessoas Jurídicas a terceiros interpostos.
  • Essas mudanças e ajustes junto ao PFPB foram intermediados por uma investigação que, aparentemente, atuou como uma espécie de "despachante" junto aos órgãos públicos responsáveis pelo programa.
  • Após as alterações, houve um aumento expressivo no volume de medicamentos fornecidos comercializados pela Farmácia Popular, tanto na modalidade gratuita quanto subsidiada.
  • Os valores foram liberados em favor dos interessados, que utilizaram diversas estratégias para dificultar a identificação dos verdadeiros beneficiários.
  • A PF esclareceu que, para viabilizar as fraudes, foram registradas vendas fictícias de medicamentos que, não eram entregues aos destinatários informados. Os investigados são suspeitos de utilizarem dados de consumidores.

    A investigação destaca-se que, na maioria dos casos, as empresas utilizadas pelo grupo não possuíam existência real e eram registradas em estados completamente diferentes do domicílio dos sócios declarados. Embora operassem de forma legítima, os repasses mensais do PFPB não ultrapassaram R$ 5 mil. No entanto, após o início das fraudes, cada farmácia passou a receber entre R$ 60 mil e R$ 90 mil por mês.

    A reportagem entrou em contato com o Ministério da Saúde para comentar sobre as supostas fraudes no programa, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

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    Funcionário que escondeu celular no banheiro de empresa alegou que queria filmar colegas usando drogas, diz PM

    Banheiro era unissex e o suspeito confirmou à polícia que estava ciente de que mulheres também utilizam o espaço. A Polícia Civil investiga o caso

    Modificado em 24/01/2025, 19:20

    Pia de banheiro onde celular foi encontrado e celular coberto com papelão que estava filmando no banheiro de empresa

    Pia de banheiro onde celular foi encontrado e celular coberto com papelão que estava filmando no banheiro de empresa (Reprodução/TV Anhanguera)

    Um funcionário de 27 anos, suspeito de esconder um celular no banheiro de uma empresa de garagem de ônibus, alegou à Polícia Militar (PM) que sua intenção era filmar colegas supostamente usando drogas. O aparelho foi encontrado por uma funcionária de 40 escondido debaixo da pia do banheiro e posicionado para gravar o vaso sanitário. Após a descoberta, ela acionou o supervisor, que identificou o proprietário do celular e chamou a polícia.

    Como o nome do funcionário não foi divulgado, o Daqui não conseguiu localizar a defesa para obter um posicionamento. A reportagem tentou contato com a empresa por telefone, por volta das 9h45 desta sexta-feira (24), mas as ligações não foram atendidas.

    O caso ocorreu na terça-feira (21), em Luziânia, região do Entorno do Distrito Federal. A PM informou que o banheiro era unissex e questionou o homem sobre seu conhecimento de que mulheres também utilizavam o local. Ele confirmou estar ciente, mas não explicou por que a câmera do celular estava direcionada para o vaso sanitário.

    De acordo com os policiais, o celular estava coberto com jornal e papelão e só foi descoberto porque um fone de ouvido conectado ao aparelho estava tocando música.

    A Polícia Civil (PC) confirmou que o celular estava gravando o banheiro, mas não pôde analisar as imagens imediatamente, pois a verificação depende de autorização judicial. O delegado Lucas Soares, responsável pelo caso, disse que o aparelho foi apreendido e que já solicitou à Justiça a quebra de sigilo para prosseguir com a investigação.

    Celular escondido

    O delegado Lucas Soares destacou ainda que o celular não estava exposto tanto quanto mostram as fotos, visto que as imagens foram feitas depois que a camuflagem já havia sido retirada. "O aparelho estava bem escondido", disse o investigador.

    À Polícia Militar, o funcionário confirmou que o celular era dele. O homem foi liberado após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por filmar cenas de nudez sem consentimento.

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    Funcionária encontra celular atrás de papelão que filmava escondido no banheiro de empresa

    Aparelho pertence a um outro funcionário que foi levado para a delegacia

    Modificado em 22/01/2025, 18:18

    Pia de banheiro onde celular foi encontrado e celular coberto com papelão que estava filmando no banheiro de empresa

    Pia de banheiro onde celular foi encontrado e celular coberto com papelão que estava filmando no banheiro de empresa (Reprodução/TV Anhanguera)

    Uma funcionária de uma garagem de ônibus em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal, encontrou um celular escondido debaixo da pia do banheiro posicionado para filmar o vaso sanitário. Segundo a Polícia Militar, o aparelho estava coberto com jornal e papelão e só foi encontrado pela mulher de 40 anos porque havia um fone conectado com música tocando. A PM informou que o celular pertence a um outro funcionário da empresa que foi levado para a delegacia.

    Por não ter o nome divulgado, O POPULAR não conseguiu localizar a defesa do suspeito até a última atualização desta matéria.

    O caso aconteceu na terça-feira (21). De acordo com a PM, o suspeito alegou ter colocado o celular no banheiro para flagrar colegas supostamente usando entorpecentes, mas não justificou por que o celular estava posicionado para filmar o vaso sanitário.

    À TV Anhanguera a Polícia Civil informou que acredita não ter sido a primeira vez que a situação acontece, mas o homem de 27 anos apenas assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por filmar cena de nudez sem o consentimento da vítima e foi liberado.

    Porém, o celular do suspeito foi apreendido e, conforme a PC, se a análise encontrar outros tipos de crime, como divulgação de cena de nudez, o homem também pode responder por eles, que são considerados mais graves.

    Procurada, a Central Expresso Transportes disse que vai se posicionar na quinta-feira (23).