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Olavista volta a presidir a Funarte e Regina Duarte se diz surpresa

Retorno de Mantovani ao cargo foi entendido internamente no governo como uma sinalização de que o prazo da atriz na pasta está prestes a vencer

Modificado em 24/09/2024, 03:10

Regina Duarte

Regina Duarte (Alan Santos/PR)

A secretária especial de Cultura, Regina Duarte, foi surpreendida com a renomeação do maestro Dante Henrique Mantovani para a presidência da Fundação Nacional de Artes (Funarte), exonerado por ela há dois meses, segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo. A volta de Mantovani ao cargo foi entendida internamente no governo como uma sinalização de que o prazo da atriz na pasta está prestes a vencer. Regina está em Brasília e há a expectativa de que ela se encontre com o presidente Jair Bolsonaro ainda nesta terça-feira (5).
A primeira nomeação de Mantovani havia sido no dia 4 de novembro do ano passado. Seguidor do escritor Olavo de Carvalho, guru do bolsonarismo, Mantovani já disse em vídeo que o "rock ativa as drogas, que ativam o sexo livre, que ativa a indústria do aborto, que ativa o satanismo".
Em conversa com sua assessora de imprensa nesta manhã, Regina relatou a surpresa com a nova nomeação de Mantovani e disse achar que o presidente quer demiti-la. O áudio foi gravado pela revista eletrônica Crusoé . "Que loucura isso, que loucura. Eu acho que ele está me dispensando", diz trecho da conversa captada pela publicação.
Na Secretaria de Cultura, o processo de "fritura" de Regina é tema recorrente entre os integrantes da pasta. A atriz de 72 anos tem ficado em sua residência em São Paulo durante a pandemia do coronavírus. Por integrar o grupo de risco, ele tem participado de reuniões por videoconferência. A ausência física, no entanto, intensificou os reveses que tem sofrido com o grupo ideológico do governo, avançando sobre as nomeações na Cultura.
Ao mesmo tempo, a secretária, que aceitou o cargo após ser cortejada pelo presidente e integrantes do governo, acabou ficando isolada. Regina teve a escolha para o cargo defendida pelo ministro Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, como um nome para apaziguar os ânimos e recuperar a imagem do governo após a demissão em janeiro do ator Roberto Alvim, então secretário de Cultura que gravou um vídeo com referências ao nazismo.
Há alguns dias, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que "infelizmente a Regina está trabalhando pela internet" e que esperava que ela estivesse mais próxima. "Eu gosto de conversar pessoalmente com as pessoas. A gente espera que restabeleça a normalidade rapidamente no Brasil para poder funcionar."
Antes da volta de Mantovani ao cargo, Regina viu, no dia 23 de abril, a nomeação de Aquiles Brayner para o cargo de diretor do Departamento de Livro, Literatura e Bibliotecas ser cancelada após blogueiros bolsonaristas o acusarem de ser "traidor" e "esquerdista infiltrado". Brayner tem doutorado em Literatura e se graduou em Psicologia e Biblioteconomia. Antes, Brayner era nomeado no gabinete da Presidência e cuidava do acervo pessoal de Bolsonaro.
Cinco dias após Regina tomar posse na Secretária de Cultura em 4 de março , o Palácio do Planalto cancelou a nomeação de Maria do Carmo Brant de Carvalho da Secretaria de Diversidade Cultural. Filiada ao PSDB desde o fim dos anos 80, Maria do Carmo também e tornou alvo de olavistas que espelharam na internet que ela era "petista".
Ao tomar posse no dia 4 de março, Regina disse ao presidente Jair Bolsonaro que não se esqueceria de que tinha recebido a promessa de "carta-branca" no cargo. Em seguida, ao responder-lhe, Bolsonaro afirmou que exerceria o poder de veto, como já fez em todos os ministérios.
Os ataques à atriz se pontencializaram após ela conceder uma entrevista ao "Fantástico", da Rede Globo , e dizer que existe uma "facção" no governo que deseja retirá-la do cargo.

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Regina Duarte leva punição do Instagram

Modificado em 19/09/2024, 00:12

Regina Duarte leva punição do Instagram

(Divulgação)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Toda vez que uma pessoa tenta seguir a atriz Regina Duarte, 76, no Instagram, recebe um alerta de que o perfil dela costuma publicar muitas fake news. "Tem certeza que deseja seguir Regina Duarte?", diz.

"Essa conta publicou repetidamente informações falsas que foram analisadas por verificadores de fatos independentes ou que eram contra nossas Diretrizes da Comunidade", é o que diz o alerta assim que um novo usuário clica em "seguir".

Não foram poucas as vezes em que Regina Duarte, que também foi secretária especial de Cultura de Jair Bolsonaro (PL), publicou inverdades. No mês passado, após postar informações falsas sobre os yanomamis, a atriz divulgou fake news sobre o processo eleitoral.

Em postagem no Instagram, ela compartilhou um vídeo de Felipe Marcelo Gimenez, procurador de Mato Grosso do Sul. Na publicação, Gimenez questionava, sem qualquer embasamento, a vitória de Lula sobre Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições do ano passado.

A tese do procurador, com a qual Regina Duarte indicou compactuar, era de que Lula teria sido escolhido por meio de uma ação envolvendo o Supremo Tribunal Federal e o Tribunal Superior Eleitoral.

Naquele mesmo dia, Regina fez uma postagem questionando as vacinas. "Eu me preocupo com que sejamos sujeitos à obrigatoriedade de tomar mais uma vacina. Então já não ficou provado que vacinas não impedem contágio nem consequências maléficas aos nossos organismos? Prefiro a liberdade de confiar em estimulantes e revigorantes da capacidade de minha defesa, ou seja, da capacidade imunológica do meu organismo", escreveu Regina Duarte.

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Regina Duarte, crítica da Lei Rouanet, já captou R$ 1,4 mi com recurso; veja projetos

Modificado em 20/09/2024, 05:00

Regina Duarte passou apenas dois meses e meio no governo federal

Regina Duarte passou apenas dois meses e meio no governo federal (Antonio Cruz/Agência Brasil)

Regina Duarte, ex-secretária especial de Cultura do governo Bolsonaro que terá que devolver R$ 320 mil por projeto financiado pela Lei Rouanet, captou R$ 1,4 milhão para peças com o incentivo.

Segundo dados disponíveis no Salic, o Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura, a empresa da atriz reuniu recursos para três projetos ---"Honra", "Pedro e Vanda" e "Coração Bazar", todos de teatro.

Foi com "Honra", estrelada por ela, Gabriela Duarte, Carolina Ferraz e Marcos Caruso, que A Vida É Sonho Produções Artísticas, empresa de Duarte com seus filhos, arrecadou mais dinheiro ---foram R$ 800 mil, já com as contas aprovadas.

"Pedro e Vanda", de Jay Di Pietro, angariou R$ 288 mil e levou aos palcos Gabriela Duarte e Marcelo Serrado, numa temporada de quatro meses.

"Coração Bazar", que captou R$ 321 mil, é o mológo que teve suas contas reprovadas. Publicado no Diário Oficial nesta quinta-feira (21), o atual secretário, Hélio Ferraz de Oliveira, recusou o recurso da empresa e manteve a reprovação de contas da peça.

Segundo reportagem da Veja que revelou o caso, a área técnica do ainda Ministério da Cultura reprovou a prestação de contas de "Coração Bazar" em 2018.

Em entrevista à revista, André Duarte, filho de Regina Duarte e um dos sócios da empresa, afirmou que a prestação de contas foi reprovada porque não apresentaram os comprovantes de que a peça não cobrou ingressos nas apresentações entre 2004 e 2005 ---essa seria a contrapartida do projeto.

Apesar de usar o recurso para seus projetos, Regina Duarte já aplaudiu em suas redes sociais o anúncio do então secretário de fomento da Secretaria Especial da Cultura, André Porciuncula, que previa a redução do teto para cachês em projetos culturais realizados por meio da Lei Rouanet.

Em postagem no Instagram, Duarte, que chefiou a secretaria entre março e maio de 2020, definiu o corte como uma "novidade importante no setor cultural brasileiro".

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Caetano Veloso ataca Bolsonaro e celebra amores carnais em seu novo álbum

Cantor desaprova falas recentes de Ciro Gomes, político em que votou para presidente, nas eleições de em 2018

Modificado em 21/09/2024, 00:34

Caetano Veloso ataca Bolsonaro e celebra amores carnais em seu novo álbum

(Cristiano Borges)

João Gilberto surge no centro do enigma de "Meu Coco", o novo álbum do compositor Caetano Veloso, disponível nas plataformas digitais. Em 1971, então exilado em Londres, Caetano regressou ao Brasil a convite do gênio da bossa nova para gravar um programa na TV Tupi junto com Gal Costa. No hotel, João falou do Brasil em tom poético. "Nós somos diferentes, Caîtas. Nós somos chineses."

Assumida pelo músico como "nave-mãe" do disco, o ponto de partida das demais canções, "Meu Coco" absorveu a frase enigmática de seu mestre. "Joao Gilberto falou/ E no meu coco ficou/ Quem e, quem es e quem sou?:/ 'Somos chineses'."

O álbum dobra a aposta do tropicalista no país e encontra nos mitos nacionais e na formação negro-luso-indígena as razões de seu otimismo com essa espécie de China tropical. "O disco é todo de afirmação, mas está, na verdade, dentro de um momento de negação do que pode haver de bonito no Brasil", diz o músico, em entrevista pelo Zoom. "Embora não haja um tom irônico explícito no disco, a situação em si contém uma ironia."

Os quase dois anos de tristeza política e pandêmica não alteraram essa crença. "Você sabe que eu acho que o Brasil é uma oportunidade. É um país um tanto peculiar. E é muito grande. É peculiar e muito grande", ele se empolga, relembrando os momentos decisivos da mensagem brasileira ao mundo.

"Seja Pelé no futebol, no futebol que se desenvolveu naquele período em que Nelson Rodrigues viu como superação do vira-latismo. Ou a bossa nova, quando João Gilberto impressiona as pessoas nos Estados Unidos, quando Tom Jobim se torna um dos músicos mais importantes do mundo. Quando você vê Glauber chegar aos festivais da Europa e causar daquela maneira. Parecem esboços de uma coisa que o Brasil contém e que poderá, deverá fazer. Quase que uma aceitação de um dever que a oportunidade apresenta à gente."

As 12 faixas de "Meu Coco" articulam profecia, nomes --muitos nomes--, amores carnais e leituras do mundo e da cultura brasileira. Sua linha profética surge em "Meu Coco" e "Enzo Gabriel", enquanto a canção-ensaio "Anjos Tronchos" reflete sobre a ascensão macabra de "palhaços líderes" e ilumina as utopias dentro da distopia digital. Com cara de hit, "Não Vou Deixar" enfrenta o desmonte de seu projeto Brasil nos anos Bolsonaro.

As três canções românticas não se distanciam do eixo organizador do álbum. Em "Ciclâmen do Líbano", suaviza o canto árabe. A beleza negra é soberana em "Pardo" --antes gravada por Céu--, de sugestão homoerótica, e "Cobre", de "tua pele e o cobreado/ da Bahia de nos dois/ grei de escravizados e opressores/ reis do estado que vira depois".

O afeto de avô colore "Autoacalanto", dedicada a seu neto Benjamin, um alento nos meses de isolamento social. A revisão crítica de nossa cultura, uma marca de sua obra, comparece em "Gilgal" e "Sem Samba Não Dá". No meio de amores e presságios, há o fado "Você-Você", dividido com a cantora portuguesa Carminho.

A pedido de Maria Bethânia, sua irmã, "Noite de Cristal" foi cantada pelo músico numa live e agora fecha o disco. "Mas eu miro teu cristal/ e vejo e peco dias/ de outras cores,/ alegrias/ para mim/ pra o meu amor/ e meus amores".

Em Salvador, no verão anterior à pandemia da Covid-19, Caetano Veloso já entoava os versos de "Meu Coco" e se preparava para incorporar os dançarinos do Balé Folclórico da Bahia à definição de seu timbre. No Rio de Janeiro, trancado em casa por mais tempo do que o previsto, recalculou a rota inicial e entrou em estúdio acompanhado pelo músico e técnico de som Lucas Nunes, da banda Dônica. Com a guitarra de Pedro Sá e o sintetizador de Nunes, "Anjos Tronchos" é a única faixa que remete à sonoridade dos três álbuns do ciclo de "Cê".

"Anjos Tronchos" autoriza um paralelo entre seu olhar recente sobre os fenômenos tecnológicos e a velha preocupação de Gilberto Gil, seu irmão tropicalista.

"Gil tinha mais interesse por esse tema do que eu. Ele escreveu muitas coisas sobre esses negócios desde aquele período [do tropicalismo] e ao longo dos anos. E eu, não. Fiquei mais interessado agora. Foi meio surpreendente pra mim o negócio dos 'anjos tronchos no Vale do Silício'. Não uso muito internet, não tenho smartphone, não vejo rede social, não estudo o assunto." Apesar disso, as ideias brotaram e originaram uma canção densa.

No álbum, Caetano reafirma sua visão integradora do mito negro Zumbi dos Palmares à princesa Isabel, que promoveu a abolição da escravidão, em 1888. É como se ressoasse um refrão de seu disco com Jorge Mautner, em 2002 -"Zabé come Zumbi/ Zumbi come Zabé". "Não é conciliação", ressalva o tropicalista. "É uma dialética necessária, que o Brasil tem que assumir. Zabé come Zumbi, Zumbi como Zabé. Então, o final de 'Meu Coco' é Zumbi com Zabé."

A colaboração de Márcio Victor, da banda de pagode Psirico, contribuiu para a força percussiva do álbum. "Eu, primeiro, não pensei necessariamente em percussão. Podia ser até eletrônico, tanto que a levada da canção 'Meu Coco' é dura, propositadamente dura, com um corte do riff rítmico. Eu tinha vontade de fazer um negócio que soasse estranho", diz Caetano, outra vez próximo da sonoridade de "Livro", de 1997, e "Noites do Norte", de 2000.

"Terminou a percussão tendo uma presença maior. Ficou mais parente do 'Noites do Norte' do que do disco mais artificioso que eu pensava em fazer antes da pandemia começar."

Caetano elogia o arranjo orquestral de "Meu Coco", assinado por Thiago Amud, compositor além de tudo afinado com o batimento sebastianista da canção. Para o disco, ele também convocou antigos colaboradores, como Vinícius Cantuária --ex-integrante de A Outra Banda da Terra, grupo que o acompanhou entre 1978 e 1983--, o maestro Jaques Morelenbaum e o baterista Marcelo Costa. Pretinho da Serrinha, presente em três faixas, então o provocou. "Mas não tem um samba em seu disco pra eu tocar?", perguntou. Da pergunta nasceu "Sem Samba Não Dá".

O fraseado de briga amorosa de "Não Vou Deixar" tem um sentido político explícito ao alvejar os retrocessos do governo Jair Bolsonaro. "Nao vou deixar, nao vou, nao vou deixar voce esculachar/ com a nossa historia/ é muito amor, e muita luta, e muito gozo, e muita dor/ e muita gloria."

Ao comentar a canção, Caetano expõe uma leitura diferente da ascensão da extrema direita em vários países. "O que eu vejo nisso, também, é uma demonstração de uma certa fragilidade do conservadorismo. Porque eles eram a maioria silenciosa. Não podem mais ser silenciosos, não querem mais e não podem mais. É perigoso, muita turbulência tem acontecido e acontecerá, mas uma vitória de uma atitude conservadora no mundo que seja estável não é possível".

Apoiador da candidatura presidencial de Ciro Gomes, em 2018, o músico afirma que não se sente bem com os atuais ataques do pedetista ao ex-presidente Lula. "Não me parece que venha a ser tão eficaz como ele e talvez João Santana pensem. E, depois, não me agrada a agressividade contra Lula, porque Lula é uma figura na história do Brasil que eu não consigo não admirar e não sentir afeto. Tem uma beleza nessa manifestação da maioria do povo brasileiro de querer elegê-lo."

Caetano faz, entretanto, uma ponderação. "Isso não quer dizer que a melhor coisa que poderá acontecer com o Brasil será Lula voltar à presidência. Não sei. Há um pouco de volta ao passado, gostaria que o Brasil desse passos pra frente. Mas o tom do Ciro nesse último período a mim não me agradou."

"Enzo Gabriel", o nome e a canção, enfeixa seu fascínio duradouro pelo futuro do país. "Foram batizados muitos milhares de brasileiros com esse nome 'Enzo Gabriel'. Então eu pergunto qual será o seu papel na salvação do mundo?", ele conta. "A gente está passando por um período difícil, que nega muito tudo o que pode ser bonito numa canção ou na vida. E, quando a pergunta vem, é feita por um eu lírico que ainda está ligado à ideia de missão salvacionista do Brasil."

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'Sou plural', Regina Duarte lamenta críticas recebidas após homenagem a Caetano Veloso

Os internautas e seguidores da atriz criticaram a ação devido às opiniões opostas do cantor

Modificado em 21/09/2024, 00:48

Regina Duarte

Regina Duarte (Isac Nóbrega / PR)

A atriz Regina Duarte, 74, publicou um desabafo em suas redes sociais após fazer uma homenagem ao cantor Caetano Veloso, 79. Na manhã desta quarta-feira (22), Duarte fez uma publicação com a legenda #CaetanoForever (Caetano para sempre, em português) e pouco tempo depois teve que apagá-la.

Em seguida, ela compartilhou um vídeo de Caetano e, na legenda da publicação, lamentou as críticas que recebeu. "Apaguei o post anterior. Óbvio! Me deu um nervoso taquicárdico tão grande diante da reação da maioria de vocês! Aí, mais calma, decido voltar!", começou.

"Caetano forever, sim! Porque sou plural! Porque não costumo misturar alhos com bugalhos! E, porque Democracia é isso! Abaixo o fascismo de exigir que todo mundo pense igual! Não é real! Cada um tem todo o direito de ser como quiser!", continuou.

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"Respeito também vocês que não conseguem mais enxergar valores artísticos em quem pensa diferente politicamente. Polarização de m.! Já sofri muito com isso", desabafou a artista que já foi secretária especial de Cultura, tendo deixado o cargo em 2020.

"Já que não tem outro jeito, insisto ainda, não vamos esquecer: democracia é a arte de conviver com a liberdade total de expressão. Está claro? Querem vomitar? Ok! Vomitem à vontade! Eu continuo aplaudindo e me nutrindo da arte de Caetano. Pronto! Falei!", concluiu o texto.

Os internautas e seguidores da atriz criticaram a ação devido às opiniões opostas do cantor. Caetano já se posicionou contra o governo do atual presidente, Jair Bolsonaro (sem partido), tendo criticado o político em seu novo single "Anjos Tronchos".

Recentemente, Duarte esteve na pré-estreia do documentário "Nem Tudo se Desfaz", que mostra a ascensão de Jair Bolsonaro à presidência, na segunda (20), em São Paulo. "Vi o trailer [do filme] e achei fascinante. É importante conhecer a nossa história. Respeito e dou a maior força para quem está voltado para contar um pouco da história que está acontecendo", disse a atriz.