Geral

Filha de Fafá, Mariana Belém, recebe ameaça de morte em rede social

Modificado em 29/09/2024, 00:10

Filha de Fafá, Mariana Belém, recebe ameaça de morte em rede social

(Reprodução/ Twitter)

Nesta segunda-feira (29), a cantora Mariana Belém, filha de Fafá, prestou queixa no Departamento Estadual de investigações Criminais, após ser ameaçada de morte em rede social.

Em uma postagem em sua conta no Twitter, Mariana fez um desabafo e pediu aos fãs que a ajudassem a denunciar o perfil que a estava importunando. "Uma pessoa está me ameaçando de morte e de estuprar a mim e minha filha. Por favor, denunciem o perfil como eu fiz. Obrigada", pediu a cantora.

Em entrevista ao site Ego, Mariana explicou que decidiu denunciar para servir de exemplo às pessoas que se escondem por trás de codinomes e manifestam o ódio. "Não tenho medo, tenho pena. A pessoa que escreveu isso é doente e covarde porque usa uma rede social para promover ódio, preconceito e homofobia. Eu recebi mensagens com palavras grotescas e extremamente ofensivas. Levei o caso para a polícia para que o autor da mensagem seja punido porque ele cometeu um crime. Espero que esta pessoa seja pega e pague por esse erro. Torço para que isso sirva de lição e para que as pessoas entendam que a Internet não é terra de ninguém. Cada um é responsável pelas suas atitudes. O inquérito já foi instaurado", contou.

Veja o desabafo e pedido de ajuda da cantora:

(Reprodução/ Twitter)

(Reprodução/ Twitter)

Geral

Suspeito de ameaçar esposa e filho com queimaduras é preso após jogar álcool neles

O suspeito teria ameaçado a companheira com uma faca depois de não conseguir atear fogo nela, informou a Polícia Militar. Crime aconteceu em Guaraí, no noroeste do Tocantins

Modificado em 04/03/2025, 13:25

Suspeito de ameaçar esposa e filho com queimaduras é preso após jogar álcool neles

Um homem de 30 anos suspeito de jogar álcool no corpo da esposa e do filho com a intenção de atear fogo neles, em Guaraí, região central do estado. Ele ainda teria tentado matar a mulher com uma faca, depois de não conseguir queimá-la.

A Polícia Militar (PM) foi chamada para atender uma ocorrência de violência no Setor Centro. No local, o suspeito confessou o crime. A vítima relatou que o marido estava bastante violento, agredindo-a verbalmente e fisicamente.

A mulher contou que o marido jogou álcool nela e no filho e, após não conseguir atear fogo, o homem começou a brigar com ela e pegou uma faca. A irmã da vítima chegou ao local e, juntas, conseguiram retirar a faca do autor até a chegada da polícia.

Suspeito e vítima foram levados para a Central de Flagrante de Guaraí na madrugada de domingo (2).

Geral

Operação mira suspeitos de ameaçar e roubar celular de adolescente que teria envolvimento íntimo com parlamentar

Segundo a PC, a vítima denunciou que suspeitos teriam cometido o crime para apagar arquivos e ocultar relacionamento

Três homens foram presos suspeitos de ameaçar e apagar arquivos de celular para ocultar relacionamento de um adolescente com parlamentar (Divulgação/Polícia Civil)

Três homens foram presos suspeitos de ameaçar e apagar arquivos de celular para ocultar relacionamento de um adolescente com parlamentar (Divulgação/Polícia Civil)

A Polícia Civil realizou nesta quinta-feira (12) uma operação com o objetivo de prender três suspeitos de cometerem crimes de roubo e de ameaça por meio da utilização de armas de fogo, contra um adolescente, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. As investigações apontam que o adolescente, de 16 anos, teria tido um envolvimento íntimo com parlamentar.

Como os nomes dos suspeitos não foram divulgados, O POPULAR não conseguiu localizar as defesas deles até a última atualização desta reportagem.

De acordo com a PC, as investigações tiveram início no mês de novembro e apontam que os suspeitos cometeram o crime com a finalidade apagar vídeos, fotos e conversas armazenados nos aparelhos telefônicos, bem como salvos no iCloud, com o objetivo de ocultar a relação íntima entre o adolescente e o parlamentar.

As investigações apontam que os investigados teriam restringido a liberdade do adolescente e o ameaçado com a utilização de armas de fogo para que entregasse os aparelhos telefônicos e fornecesse a senha do iCloud. Os investigados são: um policial militar, um instrutor de tiros e um segurança particular.

Durante a operação, chamada Peneira, foram cumpridos três mandados de prisão e três mandados de busca e apreensão na casa dos investigados. A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Aparecida de Goiânia continuará a investigação policial.

Durante a operação, a PC apreendeu armas de fogo e celulares nas casas dos investigados (Divulgação PC)

Durante a operação, a PC apreendeu armas de fogo e celulares nas casas dos investigados (Divulgação PC)

IcMagazine

Famosos

"As pessoas se apropriam da Amazônia e não ajudam", diz Fafá de Belém

Cantora vem despontando como voz potente do ativismo ambiental e comenta sobre a COP 30, que será realizada no Pará no próximo ano

"As pessoas se apropriam da Amazônia e não ajudam", diz Fafá de Belém

(Divulgação)

Fafá de Belém, 68, vem despontando como voz potente do ativismo ambiental. Cada vez mais envolvida na luta pela conscientização da mudança climática, a cantora celebra sua cidade como sede da COP 30, em 2025.

Para ela, o evento é uma oportunidade para que os povos amazônicos se façam ser vistos e ouvidos. Há porém, algo que a preocupa: a apropriação de discursos em torno do tema sem que as reais necessidades dos povos da região sejam ouvidas.

"Vivemos em uma região gigantesca, falada e propagada, mas onde a miséria grassa. Belém tem um dos piores índices de saneamento básico do Brasil, apenas 2% da população da cidade tem tratamento de esgoto", ressalta Fafá. "Será que eles vão olhar para isso?"

"Podemos botar um tambor grande para que olhem. Não só os líderes, mas quem está lá para ver a COP e se apropriar da Amazônia sem saber do que está falando, sem qualquer tipo de ajuda real aos nossos povos", continua. "Nossas demandas são fundamentais para o equilíbrio do planeta."

A cantora falou com a reportagem na ocasião do lançamento de seu Fórum e Varanda de Nazaré 2025, uma espécie de camarote com convidados da cantora para o Círio de Nazaré, em outubro do próximo ano. Famosos como Thiago Oliveira, Didi Wagner e a influenciadora Jornanna Maia são alguns dos nomes da lista de convidados de Fafá.

O Círio de Nazaré, um dos maiores eventos religiosos do mundo, é mais um farol que traz visibilidade à capital paraense e volta os olhares do mundo à região amazônica.

MUDANÇA IRREVERSÍVEL

A principal luta em que Fafá está envolvida atualmente é a conscientização da mudança climática. "Se todos não tomarem consciência, daqui a cinco anos estará irreversível", alerta.

"A responsabilidade é de todos nós, de quem nasce na Amazônia mas também de quem não nasce lá e que vive falando de Amazônia sem entender", alfineta.

Em recente entrevista ao podcast No Tom, Fafá criticou o palco flutuante que deverá ser usado pelo Rock in Rio durante a COP 30.

"Não tenho nada contra o Rock in Rio. [Mas] esse palco, que é o Vitória Régia, foi usado num lago no Amazonas. Obviamente ele foi fundeado, em frente a Belém, num braço do rio Amazonas, onde a correnteza é gigantesca, onde o mar não tem cabelo e o vento não tem mulher. Eu fico olhando e acho muito pretensioso, quando nós temos ali [em Belém] uma pujança, nós temos nossas praças, nossos coretos. Então eu preferi me recolher."

A COP 30 em Belém será a oportunidade não só de olhar para essas demandas, mas de chamar atenção para a cultura e a arte da região, acrescenta a cantora.

"Temos uma oportunidade gigantesca para nos fazermos presentes, nós, povos amazônicos, povos originários, quilombolas, indígenas, homens e mulheres da floresta, homens e mulheres das cidades, do campo, ribeirinhos, intelectuais, professores, fazedores culturais, músicos, artistas", enumera. "Temos que defender nossa cultura, nosso jeito de ser e que nos olhem para saber quais são as nossas necessidades reais."

Geral

Corregedoria afasta PM denunciado por estupro em Aparecida de Goiânia

Vítima relata ter sido coagida por agente que invadiu sua residência em busca de foragido. Caso ocorreu no dia 8 de junho

Modificado em 17/09/2024, 16:25

Corregedoria abriu um Inquérito Policial Militar para investigar o caso

Corregedoria abriu um Inquérito Policial Militar para investigar o caso
 (Wildes Barbosa)

++GABRIELLA BRAGA++

A Corregedoria da Polícia Militar do Estado de Goiás (PM-GO) afastou um policial militar denunciado por estupro contra uma mulher em Aparecida de Goiânia. O caso teria ocorrido no último dia 8, no Setor Vale do Sol.

Conforme a denúncia formalizada pela vítima na Casa de Correições da PM-GO, ela estava em casa por volta de 10h30 quando percebeu que dois PMs pularam o muro da residência, e outro entrou pelo portão da frente.

Ela relata que não autorizou a entrada dos policiais militares, mas que os agentes alegaram que estavam em busca de um foragido. A mulher conta ainda que, logo após, começou a ser questionada se havia armas ou drogas na residência.

Após ter informado que não havia drogas ou armas no local, um dos PMs solicitou o HD da câmera de segurança da residência, que foi entregue e levada pelo agente.

O crime sexual teria ocorrido logo em seguida, por apenas um dos militares, que teria chamado a mulher para um "barracão" no mesmo lote. Lá, o policial teria solicitado o número de telefone da vítima e começado o abuso sexual.

Mesmo tendo sido negada qualquer investida, ela relata na denúncia que foi coagida para ter uma relação sexual forçada após o agente dizer que colocaria drogas e armas dentro da residência no intuito de incriminá-la para retirar a guarda da filha, de três anos.

A mulher relata que permaneceu no local durante seis minutos, o tempo que teria ocorrido o estupro, até que a filha foi ao seu encontro. Neste momento, conta, teria cessado a violência sexual.

Ainda conforme a denúncia formalizada na PM-GO, logo após o crime, a vítima esteve na Central de Flagrantes da Polícia Civil do Estado de Goiás (PC-GO) para registrar o boletim de ocorrência.

Em seguida, foi realizado o exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) da Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC), tendo, posteriormente, sido encaminhada ao Hospital Estadual da Mulher Dr. Jurandir do Nascimento (Hemu) para tomar os remédios preventivos.

"Tudo ocorreu sem o uso de preservativo sendo que estava sob ameaça e nervosa", consta na denúncia.

Em nota, a PM-GO diz que "a Corregedoria abriu um Inquérito Policial Militar (IPM) para investigar o caso, e o policial acusado foi afastado preventivamente das funções operacionais."

"A PM-GO não compactua com desvios de conduta e está tomando todas as medidas cabíveis para garantir justiça", finaliza a nota.

O jornal questionou o nome do PM envolvido, mas a corporação diz que "por motivos legais e para preservar a investigação e a identidade da vítima, não serão divulgadas maiores informações". Por isso, a reportagem não conseguir localizar a defesa do militar.

Conforme dados do Observatório da Secretaria de Estado da Segurança Pública de Goiás (SSP-GO), nos três primeiros meses deste ano, já foram registrados 160 casos de estupro em todo o Estado.

O número é pouco menor que o registrado no mesmo período do ano passado, quando foram 174 casos de violência sexual. Em 2023, ao todo, 720 estupros chegaram ao conhecimento das forças de segurança pública do Estado.